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A HISTÓRIA DO FUTEBOL NO BRASIL

 

A história do futebol em nosso país começou no ano de 1894, quando um jovem de 20 anos, filho de pai inglês e mãe brasileira, nascido em São Paulo, perto da estação de trem do Brás, voltou de uma viagem de estudos à Inglaterra. Veio trabalhar como engenheiro na São Paulo Railway Company, uma empresa inglesa de ferrovias e, mais tarde, se tornou também correspondente da Coroa Britânica e vice-cônsul no Brasil.
Trazia consigo um livro de regras, um par de chuteiras, dois jogos de uniformes (um de time e um de juiz), um apito, uma agulha, duas bolas oficiais de futebol usadas da marca “Shoot”, fabricadas em Liverpool e uma bomba de ar para enchê-las. O jovem de nome inglês, não poderia imaginar que com esse gesto iria influenciar um país inteiro para o resto da história.

Charles William Miller retornava de Southampton, extremo sul das ilhas britânicas, após ter completado o curso de engenharia na Banister Court School. No mesmo período aprendeu a jogar futebol, tornando-se um excelente centroavante do Southampton Football Club.

Com 17 anos, Charles já mostrava muita habilidade com a bola. Disputou 34 partidas por sua escola e marcou 51 gols. Pelo St. Mary ele jogou 13 partidas, fazendo três gols. Já pelo time do Condado de Hampshire, marcou três gols, em seis partidas. Por duas vezes, enfrentou o time inglês Corinthian (sem o “s”), o mesmo que em visita ao Brasil serviu de inspiração aos paulistas em 1910.

Charles foi jogador, árbitro, dirigente e é considerado o pai do futebol no Brasil.

Apaixonado por esportes, também foi o fundador da Associação Paulista de Tênis.
Esteve presente na primeira partida de futebol realizada no Brasil, na capital paulista, no dia 15 de abril de 1895, na Várzea do Carmo (hoje conhecida como Gasômetro, perto do Parque Dom Pedro II), entre os times da São Paulo Railway e da Companhia de Gás, vencida pelos ferroviários por 4 a 2.

Quando Charles Miller regressou da Inglaterra havia apenas um clube na cidade, o São Paulo Athletic Club (SPAC), fundado pela colônia britânica para a prática do críquete, um jogo que envolve tacos de madeira e arcos de ferro espetados no chão. Miller foi sempre um entusiasta pelo esporte e sua atuação foi fundamental para a criação da Liga Paulista de Futebol, semente da Federação Paulista de Futebol, composta à época pela Associação Atlética Mackenzie College, Sport Club Internacional, Sport Club Germânia, Club Atlético Paulistano e São Paulo Athletic Club. Foi artilheiro deste último clube e ganhou os três primeiros campeonatos estaduais em 1902, 1903 e 1904. Jogou no clube até 1910, quando encerrou a sua carreira de jogador. Depois disso, atuou como árbitro até 1914, quando se desligou do futebol.

Cabe assinalar que nessa mesma época o futebol era introduzido no Rio de Janeiro por outro descendente de ingleses que retornava da Suíça, Oscar Edwin Cox, que mais tarde, como jogador de um combinado, defendeu o Brasil em um jogo revanche contra a Argentina em 12 de setembro de 1912, quando perdemos a partida por 4 a 0.

Voltando a Charles Miller, ele também criou um drible com o calcanhar, uma jogada identificada como “Charles”, em sua homenagem. Sua participação e influência no esporte eram intensas; foi ele quem sugeriu o nome do primeiro presidente do Sport Club Corinthians Paulista.

Charles Miller nasceu em 24 de novembro de 1874 e faleceu no dia 30 de junho de 1953. Hoje, dá nome à praça em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

 

HISTORY OF SOCCER IN BRAZIL

The history of soccer in our country began in 1894 when a 20-year-old son of an English father and Brazilian mother, born in Sao Paulo, near the train station in Bras, returned from a study trip to England. He came to work as an engineer in the Sao Paulo Railway Company, a British railways, and later also became a correspondent for the British Crown and vice-consul in Brazil.

Carried a rule book, a pair of boots, two sets of uniforms (one at a time and a judge), a whistle, a needle, two soccer balls official used the mark Shoot, manufactured in Liverpool and a pump air to fill them. The couple’s English name, could not imagine that with this gesture would influence an entire country for the rest of the story. Charles William Miller returned from Southampton, southern end of the British Isles, after completing the engineering course at Banister Court School. At the same time learned to play football, becoming an excellent center of Southampton Football Club.

At 17 years, Charles was showing great skill with the ball. He played 34 games for his school and scored 51 goals. At St. Mary’s he played in 13 games, making three goals. Already by the time of Hampshire County, scored three goals in six matches. Twice, he faced the English Corinthian (without the "s"), the same as a visit to Brazil was an inspiration to Sao Paulo in 1910. Charles was a player, referee, manager and is considered the father of football in Brazil. Apaixonado in sports, was also the founder of the São Paulo Association of Tennis.

Attended the first football match held in Brazil, in São Paulo, on April 15, 1895, in the Meadow Museum (now known as the Gasometer, near the Parque Dom Pedro II), between the times of the Sao Paulo Railway and Gas Company, won by the rail for 4 to 2. When Charles Miller returned from England there was only one club in the city, the Sao Paulo Athletic Club (SPAC), founded by the British colony to the practice of cricket, a game involving clubs wood and iron arches stuck in the ground. Miller has always been an enthusiast for the sport and his role was fundamental to the creation of the Liga Paulista de Futebol, seed Paulista Football Federation, made at the time by Mackenzie College Athletic Association, Sport Club International Sport Club Germania, Paulistano Athletic Club and St. Paulo Athletic Club. He was leading scorer at the last club and won the first three state championships in 1902, 1903 and 1904. He played at the club until 1910, when he ended his playing career. After that, he served as a referee until 1914, when he left the game.

It should be noted that at that time, football was introduced in Rio de Janeiro by another descendant of Englishmen who returned from Switzerland, Oscar Edwin Cox, who later, as a combined player, called Brazil in a rematch game against Argentina on 12 September 1912, when we lost the match by 4 to 0. Returning to Charles Miller, he also created a dribble with the heel, a move identified as "Charles" in his honor. Your participation and influence in the sport were intense, it was he who suggested the name the first President of Sport Club Corinthians Paulista. Charles Miller was born on November 24, 1874 and died on June 30, 1953. Today, gives name to the square in front of the Pacaembu Stadium in Sao Paulo.

 

 

 

HISTORIA DEL FÚTBOL EN BRASIL

La historia del fútbol en nuestro país comenzó en 1894 cuando una de 20 años, hijo de edad de padre Inglés y madre brasileña, nació en Sao Paulo, cerca de la estación de tren en Bras, regresó de un viaje de estudios a Inglaterra. Él vino a trabajar como ingeniero en el Sao Paulo de la empresa ferroviaria, el sector ferroviario británico, y más tarde también se convirtió en un corresponsal de la Corona Británica y vicecónsul en Brasil. Trajo consigo un libro de reglas, un par de zapatos, dos conjuntos de uniformes (un equipo y un juez), un silbato, una aguja, dos balones de fútbol oficial que se utilice la marca "Shoot", fabricados en Liverpool y una bomba de aire para llenarlos. Nombre Inglés de la pareja, no podía imaginar que con este gesto la influencia de todo un país para el resto de la historia.

Charles William Miller regresó de Southampton, extremo sur de las islas británicas, después de completar el curso de ingeniería en la Escuela de Barandilla Tribunal. Al mismo tiempo, aprendió a jugar al fútbol, convirtiéndose en un excelente centro de Southampton Football Club. En 17 años, Charles fue mostrando una gran habilidad con el balón. Jugó 34 partidos de su escuela y anotó 51 goles. En St. Mary’s jugó en 13 partidos, tres goles. Ya en el momento del Condado de Hampshire, marcó tres goles en seis partidos. Dos veces, se enfrentó a los corintios Inglés (sin la "s"), lo mismo que una visita a Brasil fue una inspiración para Sao Paulo en 1910. Charles era un jugador, árbitro, administrador y es considerado el padre del fútbol en Brasil. Apaixonado en los deportes, también fue el fundador de la Asociación de Tenis de São Paulo.

Asistió al primer partido de fútbol celebrado en Brasil, en São Paulo, abril 15, 1895, en el Museo del Prado (ahora conocido como el Gasómetro, cerca del Parque Dom Pedro II), entre los tiempos de los trenes de Sao Paulo y Gas Company, ganada por el ferrocarril para el 4 a 2. Cuando Charles Miller regresó de Inglaterra sólo había un club de la ciudad, el Sao Paulo Athletic Club (SPAC), fundado por la colonia británica a la práctica de cricket, un juego en que participan clubes de madera y arcos de hierro clavadas en el suelo. Miller siempre ha sido un entusiasta del deporte y su papel es fundamental para la creación de la Liga Paulista de Futebol, las semillas de la Federación Paulista de Fútbol, en el momento de Mackenzie College Athletic Association, Sport Club Internacional Sport Club Germania, Paulistano Athletic Club y San Paulo Athletic Club. Fue máximo anotador en el último club y ganó los tres primeros campeonatos del estado en 1902, 1903 y 1904. Jugó en el club hasta 1910, cuando terminó su carrera como jugador. Después de eso, se desempeñó como árbitro hasta 1914, cuando dejó el juego.

Cabe señalar que en ese tiempo, el fútbol fue introducido en Río de Janeiro por otro descendiente de ingleses que volvieron de Suiza, Oscar Edwin Cox, quien más tarde, como un reproductor combinado, llamado Brasil en un partido de revancha contra Argentina el 12 de septiembre de 1912, cuando perdimos el partido por 4 a 0. Volviendo a Charles Miller, que también creó un regate con el tacón, un movimiento identificado como "Carlos" en su honor. Su participación e influencia en el deporte fueron intensos, él fue quien sugirió el nombre del primer presidente del Sport Club Corinthians Paulista. Charles Miller nació en Noviembre 24 de 1874 y murió en junio 30, 1953. Hoy en día, da nombre a la plaza de enfrente del estadio de Pacaembu en Sao Paulo.

 

 

 

A HISTÓRIA DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Poderíamos afirmar que a seleção brasileira nasceu na Bahia, porque o primeiro jogo representativo do Brasil de que se tem notícia foi de um combinado baiano contra um combinado inglês, no dia 7 de junho do ano de 1903, em Salvador, no campo dos Mártires, hoje chamado de campo da Pólvora, que terminou em 0 a 0. O técnico foi Álvaro Tarquínio que também atuou como jogador nessa partida.

Formamos com: Luiz Tarquínio Filho, Álvaro Tarquínio, e Artur Morais; Pedro Ferreira, Alberto Martins Catharino e Z. Nova Monteiro; J. Nova Monteiro, Agenor Gordilho, José Ferreira Filho, Juvenal Tarquínio e Augusto Carvalho.

A segunda partida aconteceu no dia 28 do mesmo mês e, mais uma vez, entre um combinado baiano e um combinado inglês. O campo dos Mártires, novamente, serviu de palco para o espetáculo, mas dessa vez, os brasileiros marcaram três gols nas redes britânicas, todos de Juvenal Tarquínio. O técnico foi o também jogador Álvaro Tarquínio e formamos com: Luiz Tarquínio Filho, Álvaro Tarquínio e Artur Morais; Pedro Ferreira, Alberto Martins Catharino e Z. Nova Monteiro; J. Nova Monteiro, Agenor Gordilho, José Ferreira Filho, Juvenal Tarquínio e Euclides Almeida.
Para não fugir à regra, o terceiro jogo foi entre um combinado baiano e um norte-americano, no dia 30 de agosto e no mesmo campo onde aconteceu a primeira vitória brasileira. Vencemos por dois gols a zero. Tentos marcados por Álvaro Tarquínio e Artur Morais. A curiosidade foi que o combinado brasileiro atuou com vários jogadores estrangeiros “emprestados”. Percebam pelos nomes na formação: Orr, Artur Morais e Terry Morrel; Alberto Martins Catharino, Douglas McNair e Rob McNair; Euclides Almeida, Juvenal Tarquínio, Álvaro Tarquínio, Tomlenson e Arnaldo Moreira.

O combinado baiano foi dirigido por José Ferreira Filho.

O quarto jogo aconteceu no dia 31 de julho de 1906, contra uma equipe inglesa da África do Sul, que venceu um combinado paulista no campo do Velódromo por 6 a 0.

 O campo situava-se onde hoje encontra-se a praça Roosevelt, no centro da cidade de São Paulo. O jogo foi tão importante que contou com a presença do então presidente da República, Afonso Pena. Formamos com: Tutu, Jeffrey e Hodgkiss; Pyles, Argemiro e Stewart; Leo Bellegarde, Charles Miller, B. Cerqueira, Oscar de Andrade e Ruffin.

Depois dessas partidas foram realizadas muitas outras, mas esses combinados mais apanhavam do que colecionavam vitórias.

No dia 7 de julho de 1908, em São Paulo, no campo do Velódromo mais uma vez um combinado paulista perdeu para a Argentina: 4 a 0. Formamos com: Tutu, Fernão Sales e Menezes; Rubens Salles, Argemiro e Carvalho; Leo Bellegarde, Ruffin, Aquino, Brown e Joaquim Prado. Quatro dias depois fomos à revanche, agora no Rio de Janeiro, no campo das Laranjeiras, com Coggin, V. Etchegaray e Otávio; Leal, Mutzembecker e Lulu Rocha; Flávio Ramos, Oswaldo Gomes, Edwin Cox, E. Etchegaray e Sampaio. Perdemos novamente. Foram três tentos argentinos contra dois gols brasileiros.

Para se ter uma idéia de nossa fragilidade futebolística, em 1910, um time inglês chamado Corinthian (que serviu de inspiração para a fundação de um clube paulistano) excursionou por nosso país e deu sonoras surras em vários combinados regionais que enfrentou.

Passados quatro anos da nossa última derrota para a Argentina, começamos uma série de partidas contra aquele país, intercalando combinados paulistas e cariocas.

Perdemos outra vez para eles, no dia 2 de setembro de 1912 por 4 a 3 em São Paulo. Parecia ser nossa sina perder para “los hermanos”.

Cinco dias após, tivemos a chance de enfrentá-los novamente, no mesmo campo do Velódromo. Levamos uma humilhante goleada de 6 a 3.

Ainda em 1912, mais precisamente no dia 12 de setembro, no Rio de Janeiro, no campo das Laranjeiras perdemos por 4 a 0 e, outra vez, dos argentinos. A diferença agora, é que era um combinado carioca. Os jogadores fluminenses tiveram também a oportunidade de um outro jogo, que ocorreu cinco dias depois. Adivinhem, derrota de 5 a 0.

Até o primeiro jogo oficial da seleção brasileira em 1914, jogamos contra muitos países e vencemos pela primeira vez, no dia 13 de julho 1913, no Rio de Janeiro. Um jogo contra a seleção de Portugal. Ganhamos pela diferença de apenas um gol, marcado por Borgeth.

Mesmo não sendo oficial, nossa primeira partida fora do país, aconteceu no dia 10 de agosto de 1913, em Buenos Aires. Contra os donos da casa, jogamos com um combinado paulista e ganhamos de 2 a 0.

Fomos vencer novamente no dia 16 de setembro do mesmo ano. A vítima foi o Chile e ganhamos de 2 a 1. Os gols foram marcados por Borgeth e De Lamare. O Brasil jogou com Marcos, Píndaro e Nery; Mendes, Jonathas Amarante e Rolando; Baiano, De Lamare, Gabriel, Borgeth e Cantuária.

Somente em 1914 com a fundação da Federação Brasileira de Sports, atual CBF (Confederação Brasileira de Futebol), é que se passou a considerar oficial a seleção brasileira de futebol.

A primeira vez que o selecionado utilizou um uniforme, foi em 21 de julho de 1914. O fardamento era composto por calções brancos, meias pretas com duas listras brancas perto do joelho e nas camisas sobressaíam duas faixas azuis, uma em cada manga. Na gola um trançado de cordel branco.

 Isso aconteceu no estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro contra o time inglês Exeter City, quando vencemos por dois tentos a zero. No entanto, essa partida não foi considerada oficial pela Fifa.

O Brasil formou com: Marcos, Píndaro e Nery; Lagreca, Rubens Salles e Rolando; Abelardo, Oswaldo Gomes, Friedenreich, Osman e Formiga. Os marcadores foram Oswaldo Gomes (Fluminense) e Osman (América).

As meias pretas acompanharam nossa seleção até o ano de 1945, quando foram substituídas pelas de cor branca; já o primeiro distintivo foi colocado na camisa da seleção brasileira no dia 3 de outubro de 1917, em um jogo contra a Argentina pelo II Campeonato Sul-americano em Montevidéu no Uruguai. O escudo era o da antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos). Antes disso, o Brasil nunca havia utilizado um distintivo em suas camisas. Neste mesmo campeonato, o Brasil usou, pela primeira e única vez, uma camisa vermelha. Acontece que os adversários, o Chile e o Uruguai, também tinham uniformes brancos, e o impasse foi resolvido em um sorteio. O Brasil perdeu e teve de mudar de uniforme.

Em 1950, na única Copa do Mundo realizada no Brasil, pela primeira vez, foram usados números de identificação nas camisas da seleção. Após sua triste atuação nesse mundial, atribuiu-se a derrota brasileira ao azar que as cores do fardamento atraíam. Por isso, foi instituído um concurso para se criar um uniforme que levasse as cores da bandeira nacional. Um jovem gaúcho, de nome Aldyr Garcia Schlee venceu o concurso. Surgiu assim a camisa “canarinho”.

A nova camisa foi usada pela primeira vez em 1952, na Olimpíada de Helsinque, Finlândia, e adotada definitivamente nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1954.

Apenas quatro equipes de clubes brasileiros tiveram a honra e o privilégio de usar a camisa “amarelinha” representando o Brasil. Foram eles: Palmeiras, Corinthians, Atlético Mineiro e Internacional.

O Palmeiras usou o uniforme em um amistoso contra a seleção do Uruguai no dia 7 de setembro de 1965 e venceu o jogo com gols marcados por Germano, Rinaldo e Tupãzinho.
O Corinthians vestiu as camisas azuis, o segundo uniforme da seleção, em um jogo contra o Arsenal da Inglaterra, em Londres, debaixo de um frio intenso. Foi no dia 20 de novembro de 1965. Mesmo tendo como técnico o competente Osvaldo Brandão e jogadores como Rivellino, Dino Sani e Flávio, perdeu por 2 a 0.
O Atlético Mineiro representou a seleção brasileira em um jogo contra a Iugoslávia em 19 de novembro de 1968. Venceu por 3 a 2 em uma virada espetacular. Os gols foram marcados por Vaguinho, Amauri Horta e Ronaldo.

O Internacional representou o Brasil em 1984 na Olimpíada de Los Angeles. No dia 11 de agosto jogou contra a França e conseguiu a medalha de prata. Antes já havia batido as seleções da Arábia Saudita, Alemanha Ocidental, Marrocos, Canadá e Itália.

 

 

 

 

HISTORY OF BRAZIL

 

We could say that the Brazilian was born in Bahia, for the first game of the representative of Brazil that we know was a combined Bahia against a combined English, on the 7th of June 1903, in Salvador, in the field of Martyrs now called the Powder field, ending in 0 to 0. Coach was Álvaro Tarquin who also starred as a player in this match. We build with: Luiz Tarquinio Filho, Alvaro Tarquin, and Arthur Mitchell, Pedro Ferreira, Alberto Martin Catharino and Z. New Mills, J. New Mills, Agenor Gordilho, José Ferreira Filho, Juvenal Tarquin and Augusto Carvalho. The second match took place on 28th of this month and, again, a combination between Bahia and a combined English.

The field of Martyrs, again, was chosen to host the show, but this time, the Brazilians scored three goals in the British networks, all of Juvenal Tarquin. The coach was also the player Álvaro Tarquin and form to: Luiz Tarquinio Filho, Alvaro Tarquin and Arthur Mitchell, Pedro Ferreira, Alberto Martins Catharino and Z. New Mills, J. New Mills, Agenor Gordilho, José Ferreira Filho, Juvenal Tarquin Adams and Euclid. To not deviate from the rule, the third game was a combination between Bahia and one American, on 30 August and in the same field where it happened first win Brazil. We won by two goals to zero. Goals scored by Alvaro Tarquin and Arthur Mitchell. Interestingly, the combined Brazilian played with many foreign players borrowed. Realize the names training: Orr, Arthur Mitchell and Terry Morrel; Catharino Alberto Martin, and Douglas McNair Rob McNair; Cunha Almeida, Juvenal Tarquin, Tarquin Alvaro, Tomlenson and Arnaldo Moreira. The combined Bahia was directed by José Ferreira Filho. The fourth game took place on July 31, 1906, against an English team in South Africa, who won a combined Paulo Velodrome in the field by 6 to 0.

The field was located where today is the Roosevelt Square in the center of Sao Paulo. The game was so important that was attended by the then president, Afonso Pena. Form with: Tutu, Jeffrey and Hodgkiss, Pyles, Argemiro and Stewart, Leo Bellegarde, Charles Miller, B. Cerqueira, Oscar de Andrade and Ruffin. After these games were played many others, but they picked the most combined who collected victories. On July 7, 1908, in Sao Paulo, the cycle track in the field once again a combined lost to Sao Paulo Argentina: 4 to 0. Form with: Tutu, Jonathan Sales and Menezes, Rubens Salles, Argemiro and Carvalho and Leo Bellegarde, Ruffin, Aquino, Brown and Joaquim Prado. Four days later we went to the rematch, now in Rio de Janeiro, in the field of Orange, with Coggin, V. Etchegaray and Otávio Leal, and Lulu Mutzembecker Rocha, Flavio Ramos, Oswaldo Gomes, Edwin Cox, E. Etchegaray and Sampaio. We lost again. There were three goals against Argentina two Brazilian goals. To get an idea of our fragile football in 1910, an English team called Corinthian (the inspiration for the foundation of a club in São Paulo) toured our country and gave several sound beatings combined regional faced.

Four years after our last loss to Argentina, we started a series of matches against the country, interspersed combined Paulo and Rio. We lost to them again, on September 2, 1912 by 4 to 3 in Sao Paulo. It seemed our fate to lose los hermanos.

Five days later, we had the chance to face them again in the same field in the Velodrome. We took a humiliating rout from 6 to 3. Also in 1912, precisely on Sept. 12 in Rio de Janeiro, in the field of Laranjeiras lost by 4 to 0, and again, the Argentine people. The difference now is that it was a combined Rio. Fluminense players also had the opportunity of another game, which occurred five days later. Guess, the defeat of 5 to 0. Until the first official game of the Cup title in 1914, played against many countries and won for the first time on July 13, 1913 in Rio de Janeiro. A game against the selection of Portugal. Won by the difference of only one goal, scored by Borgeth.

While not official, our first game outside the country, took place on August 10, 1913, in Buenos Aires. Against the owners of the house, play with a combined Paulo and we won 2 to 0. We win again on 16 September of that year. The victim was Chile and we won 2 to 1. The goals were scored by Borgeth and De Lamare. Brazil played with Mark, Pindar and Nery Mendes, Jonathas Amarante and Rolando, Baiano, Delamare, Gabriel, Borgeth and Canterbury. Only in 1914 with the founding of the Brazilian Federation of Sports, on CBF (Brazilian Football Confederation) is that has considered the official Brazilian soccer team. The first time I used a selected uniform, was on July 21, 1914. The uniforms consisted of white shorts, black socks with two white stripes near the knee and shirts stood out two blue stripes, one on each sleeve. In a twisted collar of white string.

This happened in the Laranjeiras Stadium in Rio de Janeiro against the English club Exeter City, where we won by two goals to zero. However, this match was not considered official by FIFA. Brazil formed with Marcos, Pindar and Nery; Lagreca, Rubens Salles and Rolando, Abelardo, Oswaldo Gomes, Friedenreich, Osman and Ant. The markers were Oswaldo Gomes (Fluminense) and Osman (America). The black stockings our selection followed by the year 1945, when they were replaced by white, while your first badge was put on the shirt of the Brazilian team on October 3 , 1917, in a game against Argentina at the II South American Championships in Montevideo in Uruguay. The shield was the old CBD (Brazilian Confederation of Sports). Before that, Brazil has never had used a badge on their shirts. In the same tournament, Brazil has used the first and only time, a red shirt. It turns out that the opponents, Chile and Uruguay, also had white uniforms, and the impasse was resolved in a draw. Brazil lost and had to change his uniform.

In 1950, the only World Cup held in Brazil for the first time, was used identification numbers on the shirts of the selection. After his sad performance in the world, attributed the defeat to Brazil chance that the colors of the uniforms attracted. Therefore, a competition was established to create a uniform that would carry the colors of the national flag. A young gaucho named Aldyr Garcia Schlee won the contest. That represented the shirt canary. The new shirt was first used in 1952 Olympics in Helsinki, Finland, and finally adopted in qualifying for the World Cup 1954. Only four teams Brazilian teams had the honor and privilege to use the shirt hopscotch representing Brazil. They were: Palmeiras, Corinthians, Atletico Mineiro, Internacional.

Palmeiras wore the uniform in a friendly against Uruguay in the selection of 7 September 1965 and won the game with goals from Germano, Rinaldo and Tupãzinho. Corinthians wore the blue shirts, even the second team in a game against Arsenal of England in London, under a cold. It was on November 20, 1965. Even though a coach is competent Osvaldo Brandão and players like Rivellino, Dino Sani and Flavius, lost 2 to 0. Atletico Mineiro represented the Brazilian national team in a game against Yugoslavia on 19 November 1968. Won by 3 to 2 on a drastic change. The goals were scored by Vaguinho, Amauri Horta and Ronaldo. The International represented Brazil at the 1984 Olympics in Los Angeles. On August 11 he played against France and won the silver medal. Before had beaten the national teams of Saudi Arabia, West Germany, Morocco, Canada and Italy.

 HISTORIA DE BRASIL

 

Podríamos decir que el brasileño nació en Bahía, para el primer partido de la representante de Brasil, que sabemos que era un combinado de Bahía Inglés contra un combinado, el 7 de junio de 1903, en Salvador, en el ámbito de los Mártires que ahora se llama el campo de Polvo, que termina en 0 a 0. El entrenador era Álvaro Tarquino, que también actuó como jugador en este partido. Construimos con: Luiz Tarquinio Filho, Alvaro Tarquino, y Arthur Mitchell, Pedro Ferreira, Alberto Martín Catharino y Z. New Mills, J. New Mills, Agenor Gordilho, José Ferreira Filho, Juvenal Tarquino y Augusto Carvalho. El segundo encuentro tuvo lugar el 28 de este mes y, de nuevo, una combinación entre la Bahía y un Inglés combinado.

El campo de los Mártires, de nuevo, fue elegido para acoger el espectáculo, pero esta vez, los brasileños marcó tres goles en las redes británicas, todos los de Juvenal Tarquino. El entrenador también fue el jugador Álvaro Tarquino y forma a: Luiz Tarquinio Filho, Alvaro Tarquino y Arthur Mitchell, Pedro Ferreira, Alberto Martins Catharino y Z. New Mills, J. New Mills, Agenor Gordilho, José Ferreira Filho, Juvenal Tarquino Adams y Euclides. Para no desviarse de la norma, el tercer juego fue una combinación entre la Bahía y un estadounidense, el 30 de agosto y en el mismo sector donde ocurrió la primera victoria de Brasil. Ganamos por dos goles a cero. Goles marcados por Alvaro Tarquino y Arthur Mitchell. Curiosamente, el combinado brasileño jugó con muchos jugadores extranjeros prestado. Darse cuenta de la formación de nombres de: Orr, Arthur Mitchell y Terry Morrel Catharino Alberto Martín, y Douglas McNair Rob McNair; Almeida Cunha, Juvenal Tarquino, Tarquino Alvaro, Tomlenson y Arnaldo Moreira. La Bahía combinado fue dirigido por José Ferreira Filho. El cuarto partido se llevó a cabo el 31 de julio de 1906, contra un equipo de Inglés en Sudáfrica, que ganó un velódromo combinado Paulo en el campo por 6 a 0.

El campo estaba ubicado donde hoy es la Plaza Roosevelt, en el centro de Sao Paulo. The Game fue tan importante a la que asistieron el entonces presidente, Alfonso Peña. Forma con: Tutu, Jeffrey y Hodgkiss, Pyles, Argemiro y Stewart, Leo Bellegarde, Charles Miller, B. Cerqueira, Oscar de Andrade y Ruffin. Después de estos juegos fueron jugados muchos otros, pero reconocieron las victorias más combinados que recogió. El 7 de julio de 1908, en Sao Paulo, el carril bici en el campo una vez más el combinado perdió a Sao Paulo Argentina: 4 a 0. Forma con: Tutu, Ventas y Jonathan Menezes, Rubens Salles, Argemiro y Carvalho y Leo Bellegarde, Ruffin, Aquino, Brown y Joaquim Prado. Cuatro días más tarde fuimos a la revancha, ahora en Río de Janeiro, en el campo de Orange, con Coggin, V. Etchegaray y Otávio Leal, y Lulu Mutzembecker Rocha, Flavio Ramos, Oswaldo Gomes, Edwin Cox, E. Etchegaray y Sampaio. Hemos perdido de nuevo. Hubo tres goles contra Argentina, dos goles de Brasil. Para tener una idea de nuestro fútbol frágil en 1910, un equipo llamado corintio Português (la inspiración para la fundación del club de São Paulo) visitó nuestro país y le dio varios golpes de sonidos combinados regionales se enfrentan.

Cuatro años después de nuestra última derrota a la Argentina, comenzamos una serie de partidos contra el país, intercalados combinado Paulo y Río de Janeiro. Hemos perdido a ellos de nuevo, el 2 de septiembre de 1912 por 4 a 3 en Sao Paulo. Parecía que nuestro destino a perder Hermanos. Cinco días después, tuvimos la oportunidad de enfrentarse a ellos de nuevo en el mismo campo en el Velódromo. Tomamos una derrota humillante 6 a 3. También en 1912, precisamente el 12 de septiembre en Río de Janeiro, en el ámbito de Laranjeiras perdió por 4 a 0, y de nuevo, el pueblo argentino. La diferencia ahora es que era un combinado de Río. Los jugadores del Fluminense tuvo también la oportunidad de otro juego, que tuvo lugar cinco días después. Guess, la derrota de 5 a 0. Hasta el primer partido oficial del título de la Copa en 1914, jugó en contra de muchos países y ganó por primera vez el 13 de julio de 1913 en Río de Janeiro. Un partido contra la selección de Portugal. Ganó por la diferencia de sólo un gol, anotado por Borgeth.

Aunque no es oficial, el primer partido fuera del país, tuvo lugar el 10 de agosto de 1913, en Buenos Aires. Contra los propietarios de la casa, jugar con un combinado Paulo y ganamos 2 a 0. Tenemos ganar de nuevo el 16 de septiembre de ese año. La víctima fue Chile y ganó 2 a 1. Los goles fueron anotados por Borgeth y De Lamare. Brasil jugó con Mark, Píndaro y Nery Mendes, Jonathas Amarante y Rolando, Baiano, Delamare, Gabriel, Borgeth y Canterbury. Sólo en 1914 con la fundación de la Federación Brasileña de Deportes, en la CBF (Confederación Brasileña de Fútbol) es que ha considerado la oficial del equipo de fútbol brasileño. La primera vez que usa un uniforme seleccionado, fue el 21 de julio de 1914. Los uniformes consistía en pantalón blanco, calcetines de color negro con dos franjas blancas cerca de la rodilla y las camisas se destacaron dos franjas azules, una en cada manga. En un collar trenzado de hilo de color blanco.

Esto sucedió en el estadio de Laranjeiras, en Río de Janeiro contra el Club Inglés Exeter City, donde ganó por dos goles a cero. Sin embargo, este partido no fue considerada oficial por la FIFA. Brasil formó con Marcos, Píndaro y Nery; Lagreca, Rubens Salles y Rolando, Abelardo, Oswaldo Gomes, Friedenreich, Osman y Ant. Los marcadores fueron Oswaldo Gomes (Fluminense) y Osman (América). Las medias negro de nuestra selección seguido por el año 1945, cuando fueron reemplazados por los blancos, mientras que su primera placa se puso la camiseta de la selección brasileña el 3 de octubre de 1917, en un partido contra Argentina en el II Campeonato de América del Sur en Montevideo en el Uruguay. El escudo fue el CDB de edad (Confederación Brasileña de Deportes). Antes de eso, Brasil nunca había usado una tarjeta de identificación en sus camisas. En el mismo torneo, Brasil ha utilizado la primera y única vez, una camisa roja. Resulta que los opositores, Chile y Uruguay, también tenían uniformes blancos, y el problema se resolvió en un empate. Brasil perdió y tuvo que cambiar su uniforme.

En 1950, el único Mundial celebrado en Brasil por primera vez, se utilizó un número de identificación en las camisetas de la selección. Después de su triste desempeño en el mundo, atribuyó la derrota a Brasil la oportunidad de que los colores de los uniformes atraído. Por lo tanto, un concurso fue establecido para crear un uniforme que llevan los colores de la bandera nacional. Un gaucho joven llamado Aldyr García Schlee ganó el concurso. Esto representaba el canario camisa. La nueva camiseta fue utilizado por primera vez en Juegos Olímpicos de 1952 en Helsinki, Finlandia, y finalmente adoptó en la clasificación para la Copa del Mundo de 1954. Sólo cuatro equipos de los equipos de Brasil tuvo el honor y el privilegio de usar la camisa de la rayuela en representación de Brasil. Ellos fueron: Palmeiras, Corinthians, Atlético Mineiro, Internacional.

Palmeiras vestía el uniforme en un amistoso contra Uruguay en la selección de 7 de septiembre de 1965, y ganó el partido con goles de Germano, Rinaldo y Tupãzinho. Corinthians llevaba la camiseta azul, aunque el segundo equipo en un partido contra el Arsenal de Inglaterra en Londres, en virtud de un resfriado. Era el 20 de noviembre de 1965. A pesar de que un entrenador es competente Osvaldo Brandão y jugadores como Rivellino, Dino Sani y Flavio, perdió 2 a 0. Atlético Mineiro representó a la selección brasileña en un partido contra Yugoslavia el 19 de noviembre de 1968. Ganó por 3 a 2 en un cambio drástico. Los goles fueron anotados por Vaguinho, Amauri Horta y Ronaldo. La Internacional representó a Brasil en los Juegos Olímpicos de 1984 en Los Angeles. El 11 de agosto jugó contra Francia y ganó la medalla de plata. Antes había vencido a los equipos nacionales de Arabia Saudita, Alemania, Marruecos, Canadá e Italia.

 

HISTÓRIA DAS COPAS DO MUNDO

HISTORY OF THE WORLD CUPS

 HISTORIA DE LA Copas del Mundo

 

Se hoje o Uruguai decepciona, não era assim no início do século 20. A equipe havia conquistado o bicampeonato olímpico (1924 e 28) e, jogando em casa, era a favorita para vencer a primeira Copa do Mundo. Ainda mais com as ausências das principais forças europeias, como Inglaterra, Espanha e Itália, que desistiram de competir por causa da distância e da crise econômica.

As seleções foram divididas em quatro grupos. Encabeçaram as chaves: Argentina, Uruguai, Brasil e Estados Unidos, este último com vários jogadores de origem escocesa. Somente quatro equipes vieram da Europa para a América do Sul, todas consideradas do segundo escalão: França, Iugoslávia, Romênia e Bélgica.

Apesar do amplo favoritismo, a seleção uruguaia não fez uma boa estreia. Só conseguiu vencer o Peru por 1 a 0, graças a gol de Castro aos 15min do segundo tempo. Depois disso, porém, a equipe da casa deslanchou – goleou a Romênia por 4 a 0, ainda pela primeira fase, e aplicou 6 a 1 na Iugoslávia, na semifinal.

No dia 30 de julho, o estádio Centenário, construído especialmente para a Copa, recebeu mais de 80 mil pessoas para a partida final, que envolveu os anfitriões e os argentinos. Foi a reedição da disputa pela medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Amsterdã, dois anos antes (também vencida pela equipe Celeste).

Para acompanhar o duelo entre as duas seleções, cerca de 30 mil argentinos cruzaram o rio da Prata – apenas 10 mil entraram no estádio – na esperança de voltar com o título de campeões mundiais. Em contrapartida, temendo confrontos entre os torcedores, o governo uruguaio também destacou 10 mil policiais para garantir a segurança.

Diante dos argentinos, a seleção uruguaia soube colocar em campo a tão falada raça e a determinação necessárias para chegar o título, mas não sem antes levar um susto. Após sair à frente, com Dorado, aos 12min, o que parecia impossível aconteceu: a Argentina virou o jogo no primeiro tempo, com Peucelle, aos 20min, e Stábille, aos 38min.

No segundo tempo, após o empate, com um gol de Cea, aos 12min, os torcedores uruguaios empurraram sua seleção rumo à vitória. Aos 23min, a festa começou em Montevidéu, quando Iriarte marcou o terceiro. No fim da partida, o raçudo Castro fez 4 a 2 e confirmou a conquista do título mundial.

Após o apito final do árbitro belga Jean Langenus, o governo uruguaio decretou feriado nacional para o dia seguinte. Com o título garantido, a imprensa local fez questão de ressaltar que se tratava do tricampeonato mundial, em alusão às duas conquistas olímpicas recentes, nos anos de 1924 e 1928.

INGLÊS

If today the Uruguay disappoint, it was not so in the early 20th century. The team had won their title Olympian (1924 and 28) and playing at home, was the favorite to win the first World Cup. Especially with the absence of the major European powers like England, Spain and Italy, who gave up racing because of the distance and the economic crisis. The teams were divided into four groups. Spearheaded the keys: Argentina, Uruguay, Brazil and the United States, the latter with several players of Scottish origin. Only four teams came from Europe to South America, all considered the second step: France, Yugoslavia, Romania and Belgium. Despite widespread favoritism, the Uruguay national team has not done a good debut. Only managed to beat Peru by 1 to 0, thanks to Castro’s goal at 15min the second half. After that, however, the home team took off – Romania thrashed by 4 to 0, although the first phase, and applied 6 to 1 in Yugoslavia in the semifinal.

The selections were divided into four groups. Spearheaded the keys: Argentina, Uruguay, Brazil and the United States, the latter with several players of Scottish origin. Only four teams came from Europe to South America, all considered the second step: France, Yugoslavia, Romania and Belgium. Despite widespread favoritism, the Uruguay national team has not done a good debut. Only managed to beat Peru by 1 to 0, thanks to Castro’s goal at 15min the second half. After that, however, the home team took off – Romania thrashed by 4 to 0, although the first phase, and applied 6 to 1 in Yugoslavia in the semifinal.

On 30 July, the Centenario stadium, built specially for the World Cup, received over 80 thousand people for the final game involving the hosts and Argentina. It was a rematch of the race for the gold medal at the Olympics in Amsterdam two years earlier (also won by the team Celeste). To follow the duel between the teams, about 30 thousand Argentines crossed the River Plate – only 10 thousand came the stadium – in hopes of returning with the title of world champions. In return, fearing clashes between the fans, the Uruguayan government also named 10-thousand police officers to ensure safety.

Faced with the Argentines, the Uruguay national team learned to field the so-called race and determination to get the title, but not before taking a fright. After leaving the way with Dorado, for 12min, the seemingly impossible happened: Argentina turned the game in the first half with Peucelle, for 20min, and STABILLE, for 38min. In the second half, after the tie with a goal of Cea, for 12min, the fans pushed their Uruguayan team to victory. At 23min, the party began in Montevideo, where Iriarte scored the third. At the end of the match, the Raçudo Castro made 4 to 2 and confirmed the conquest of the world title. After the final whistle Belgian Jean Langenus, the Uruguayan government has decreed a national holiday for the next day. With the title secured, the local press was quick to point out that it was the third World Cup, in allusion to the two recent Olympic achievements in the years 1924 and 1928.

ESPANHOL

Si hoy el Uruguay decepciona, no fue así en el siglo 20. El equipo había ganado el título olímpico (1924 y 28) y jugar en casa, era el favorito para ganar la primera Copa del Mundo. Especialmente con la ausencia de las principales potencias europeas, como Inglaterra, España e Italia, que renunció a competir por la distancia y la crisis económica. Los equipos se dividieron en cuatro grupos. Encabezada las claves: Argentina, Uruguay, Brasil y los Estados Unidos, este último con varios jugadores de origen escocés. Sólo cuatro equipos llegaron de Europa a América del Sur, todos considerados como el segundo paso: Francia, Yugoslavia, Rumania y Bélgica. A pesar de favoritismo generalizada, el equipo de Uruguay no ha hecho un buen debut. Sólo logró vencer a Perú por 1 a 0, gracias a un gol de Castro a 15 minutos de la segunda mitad. Después de eso, sin embargo, el equipo de casa se quitó – Rumanía goleó por 4 a 0, aunque la primera fase, y aplicada 6 a 1 en Yugoslavia en la semifinal.

El 30 de julio, el estadio Centenario, construido especialmente para la Copa del Mundo, recibió más de 80 mil personas para el último partido de participación de los anfitriones y Argentina. Fue una revancha de la carrera por la medalla de oro en los Juegos Olímpicos de Amsterdam dos años antes (también ganado por el equipo de Celeste). Para seguir el duelo entre los equipos, alrededor de 30 mil argentinos cruzaron el Río de la Plata – a sólo 10 mil vinieron el estadio – con la esperanza de regresar con el título de campeones del mundo. A cambio, por temor a enfrentamientos entre los aficionados, el gobierno uruguayo también nombró a 10 mil policías para garantizar la seguridad.

Frente a los argentinos, el equipo de Uruguay aprendido a campo de la raza llamada y determinación para conseguir el título, pero no antes de tomar un susto. Después de dejar el camino con Dorado, por 12min, lo que parecía imposible sucedió: Argentina volvió al juego en la primera mitad con Peucelle, durante 20 minutos, y STABILLE, por 38min. En la segunda mitad, tras el empate con un gol de Cea, por 12min, los aficionados empujaron a su equipo a la victoria de Uruguay. En 23min, el partido comenzó en Montevideo, donde Iriarte anotó el tercero. Al final del partido, el Castro Raçudo hecho 4 a 2 y confirmó la conquista del título mundial. Tras el pitido final belga Jean Langenus, el gobierno uruguayo decretó un feriado nacional para el día siguiente. Con el título asegurado, la prensa local se apresuró a señalar que fue la tercera Copa del Mundo, en alusión a los dos logros recientes Juegos Olímpicos en los años 1924 y 1928.

 

Itália 1934

Com o sucesso da primeira edição, no Uruguai, a Copa do Mundo despertou o interesse de dois países europeus. Suécia e Itália queriam organizar o Mundial de 1934, mas por motivos diferentes. A primeira estava de olho nos lucros do evento, enquanto a segunda queria usá-lo para promover o regime fascista.

Os suecos desistiram por falta de condições financeiras. Restou à Itália, comandada por Benito Mussolini, apenas a confirmação do interesse na realização do torneio, mesmo no momento em que uma séria crise institucional se abatia sobre o país.

Na parte técnica e tática, a segunda Copa evoluiu bastante em relação à primeira. Em comparação com o anterior, o Mundial de 34 apresentou um equilíbrio maior entre as seleções. Só não foi melhor porque o campeão Uruguai se recusou a participar em represália contra a ausência de muitos países europeus quatro anos antes, em sua casa.

Mais uma vez dividida, agora entre profissionais e amadores, a seleção brasileira não conseguiu passar à segunda fase, sendo derrotada pelos espanhóis por 3 a 1 logo na estreia. Ao lado do Brasil, Argentina, Estados Unidos e Egito perderam no duelo inicial, deixando a disputa do título exclusivamente para os países europeus.

Interessado em tirar o máximo proveito político da competição, Mussolini acompanhou pessoalmente todas as partidas da Copa, inclusive a final. Os italianos, pressionados por “Il Duce” (como era conhecido o líder fascista), venceram a Tchecoslováquia por 2 a 1 na prorrogação e ficaram com o título.

INGLÊS

With the success of the first edition, in Uruguay, the World Cup attracted interest from two European countries. Sweden and Italy wanted to organize the World 1934, but for different reasons. The first was an eye on profits of the event, while the latter wanted to use it to promote the fascist regime. The Swedes have given up for lack of financial conditions. Left for Italy, led by Benito Mussolini, only to confirm the interest in making the tournament, even when a serious institutional crisis fell upon the country.

In the technical and tactical, the second World Cup has evolved considerably in the first. Compared with the earlier, 34 World presented a better balance between the selections. Only it was not better because the champion Uruguay declined to participate in retaliation against the absence of many European countries four years before at his home. Once divided, now between professionals and amateurs, the Brazilian team did not advance past the second stage, being defeated by the Spaniards by 3 to 1 at first. Next to Brazil, Argentina, the United States and Egypt lost the duel early, leaving only the title match for the European countries. Looking to get the most out of political competition, Mussolini personally accompanied all Cup matches including the final. The Italians, pressured by "Il Duce" (as he was known fascist leader), Czechoslovakia won by 2 to 1 in overtime and kept the title

 

ESPANHOL

Con el éxito de la primera edición, en el Uruguay, la Copa del Mundo atrajo el interés de dos países europeos. Suecia e Italia, quería organizar el Mundial de 1934, pero por razones diferentes. El primero fue un ojo en las ganancias del evento, mientras que el segundo quería usarlo para promocionar el régimen fascista. Los suecos han abandonado por falta de condiciones financieras. Se marchó a Italia, dirigido por Benito Mussolini, sólo para confirmar el interés en el torneo, incluso cuando una grave crisis institucional que cayeron sobre el país.

En el técnico y táctico, la segunda Copa del Mundo ha evolucionado considerablemente en la primera. En comparación con el anterior, el 34 Mundial presentó un mejor equilibrio entre las selecciones. Sólo que no fue mejor, porque el campeón de Uruguay se negó a participar en represalia contra la ausencia de muchos países europeos, cuatro años antes en su casa. Una vez dividido, ahora entre los profesionales y aficionados, el equipo brasileño no avanzó más allá de la segunda etapa, de ser derrotados por los españoles por 3 a 1 en el primero. Junto a Brasil, Argentina, Estados Unidos y Egipto perdió el duelo temprano, dejando sólo la lucha por el título de los países europeos. Mirando a sacar el máximo provecho de la competencia política, Mussolini acompañó personalmente a todos los partidos de la Copa, incluyendo la final. Los italianos, presionado por "Il Duce" (como era conocido líder fascista), Checoslovaquia ganó por 2 a 1 en la prórroga y mantuvo el título.

 

França 1938 A guerra bate à porta

Na última Copa antes da Segunda Guerra Mundial, o Brasil, pela primeira vez na história, conseguiu ir além das rodadas iniciais. Confiante, talvez até em demasia, a seleção ficou próxima do título. Foi o Mundial dos europeus, com apenas três seleções de fora do continente: Cuba, Índias Holandesas e Brasil. Por aqui, era a época áurea do rádio, com direito a transmissões de boletins do torneio na França.

Mais organizado e sem desfalques por brigas bairristas, a seleção estreou com vitória por 6 a 5 sobre a Polônia, na prorrogação. Leônidas travou um duelo particular com o atacante polonês Willimowski. No final do jogo, o europeu havia marcado quatro gols, um a mais que o brasileiro.

Nas quartas de final, o Brasil precisou de 210 minutos para passar pela Tchecoslováquia, que contava ainda com o artilheiro da Copa anterior, Oldrich Nejedly, e o lendário goleiro Planicka. A primeira partida terminou empatada em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, e foi necessário um jogo extra para determinar o semifinalista.

Devido à violência do encontro anterior, brasileiros e tchecos entraram em campo 48 horas depois bastante desfalcados. Com uma equipe reserva reforçada pelo “Diamante Negro”, o Brasil venceu de virada, por 2 a 1, com gols de Leônidas e Roberto.

Na semifinal, o Brasil encontrou pela frente a Itália. O feriado de Corpus Christi no país favoreceu o acompanhamento da partida por milhares de torcedores, ligados na transmissão de rádio feita por Gagliano Netto, o único locutor brasileiro presente ao Mundial.

Para aqueles que acompanharam a partida, os brasileiros teriam menosprezado o adversário. Além disso, em decisão controversa, o técnico Ademar Pimenta optou por deixar Leônidas no banco de reservas, alegando uma contusão, quando o atacante teria condições de atuar.

Logo no início do segundo tempo, aos 10min, Colaussi abriu o placar para os italianos. Cinco minutos depois, o árbitro suíço Hans Wuthrich acertadamente marcou pênalti de Domingos da Guia sobre o atacante Piola numa falta fora do lance. Apesar dos protestos, Giuseppe Meazza cobrou com perfeição e ampliou a vantagem italiana. No fim do jogo, aos 42min, Romeu ainda descontou para o Brasil, mas já era tarde.

No entanto, restou ao Brasil a disputa pelo terceiro lugar, contra a Suécia. Com Leônidas em campo, a seleção venceu por 4 a 2 e encerrou de forma honrosa a sua melhor participação em Copas até então.

ESPANHOL

En la última Copa del Mundo antes de la Segunda Guerra Mundial, Brasil, por primera vez en la historia, logró ir más allá de las rondas iniciales. Confiado, tal vez demasiado, el equipo se acercó al título. Era el mundo de los europeos, con sólo tres equipos de fuera del continente: Cuba, Países Bajos, Antillas y Brasil. Porque aquí fue la época dorada de la radio, con el derecho a emitir boletines del torneo en Francia. Más organizada y sin peleas parroquiales por malversación de fondos, la selección se inició con una victoria por 6 a 5 en Polonia, en la prórroga. Leonidas un duelo con el delantero Willimowski particular polaco. Al final del juego, la UE había marcado cuatro goles, uno más que el brasileño. En los cuartos de final, Brasil necesita 210 minutos para pasar a través de Checoslovaquia, que también tenía el máximo goleador de la Copa antes, Oldrich Nejedly, y la leyenda portero Planicka. El primer partido terminó empatado a 1 a 1 en tiempo normal y tiempo extra, y tuvo un juego extra para determinar las semifinales.

La violencia de la sesión anterior, los brasileños y checos entraron en el campo 48 horas más tarde sin que ninguno es suficiente. Con un equipo de reserva reforzado por el "Diamante Negro" Brasil ganó el malestar, por 2 a 1 con goles de Leónidas y Roberto. En las semifinales, Brasil se encontró con Italia. La festividad del Corpus Christi en el país facilitó el seguimiento de partida para miles de aficionados conectado a la emisora de radio hecha por Netto Gagliano, el único orador en este Mundial de Brasil. Para los que asistieron al partido, los brasileños han subestimado la oposición. Por otra parte, en una decisión controvertida, el entrenador del Ademar Pimenta Leonidas optaron por abandonar el banco, alegando una lesión, cuando el atacante estaría en condiciones de actuar.

Temprano en la segunda mitad, a 10 minutos, Colaussi abrió el marcador para los italianos. Cinco minutos después, el árbitro suizo Hans Wüthrich correctamente anotó de penal en la Guía del domingo para el atacante Piola perdiendo en una oferta. A pesar de las protestas, Giuseppe Meazza cargado a la perfección y se duplicó la Italia de plomo. Al final del juego, por 42min, Romeo ha cobrado en Brasil, pero ya era demasiado tarde. Sin embargo, se mantuvo en el Brasil para el partido contra Suecia el tercer lugar. Con Leónidas en el campo, el equipo ganó 4 a 2 y terminó honrosamente su mejor final de la Copa Mundial hasta ahora.

 

INGLÊS

At the last World Cup before the Second World War, Brazil, for the first time in history, managed to move beyond initial rounds. Confident, perhaps too much, the team came close to the title. It was the World of Europeans, with only three teams from outside the continent: Cuba, Netherlands Indies and Brazil. For here was the golden age of radio, with the right to broadcast bulletins of the tournament in France. More organized and without parochial fights for embezzlement, the selection began with a victory by 6 to 5 on Poland, in overtime. Leonidas fought a duel with particular Willimowski Polish striker. At the end of the game, the EU had scored four goals, one more than the Brazilian. In the quarter-final, Brazil needed 210 minutes to pass through Czechoslovakia, which also had the top scorer in the Cup before, Oldrich Nejedlý, and legendary Planicka goalkeeper. The first match ended tied at 1 to 1 in normal time and extra time, and it took an extra game to determine the semifinals.

The violence of the previous meeting, Brazilians and Czechs entered the field 48 hours later with neither enough. With a reserve team strengthened by the "Black Diamond" Brazil won the upset, by 2 to 1 with goals from Leonidas and Roberto. In the semifinals, Brazil ran into Italy. The holiday of Corpus Christi in the country facilitated the monitoring of departure for thousands of fans connected to the radio broadcast made by Netto Gagliano, the only speaker at this Brazilian World. For those who attended the match, the Brazilians have underestimated the opposition. Moreover, in a controversial decision, the coach Ademar Pimenta Leonidas chose to leave the bench, claiming an injury, when the attacker would be able to act. Early in the second half, to 10 minutes, Colaussi opened the scoring for the Italians. Five minutes later, the Swiss referee Hans Wuthrich correctly scored a penalty in Sunday’s Guide to the attacker Piola missing out on a bid. Despite protests, Giuseppe Meazza charged with perfection and doubled the lead Italy. At the end of the game, for 42min, Romeo has cashed in Brazil, but it was too late.

However, left to Brazil to the third place match against Sweden. With Leonidas in the field, the team won 4 to 2 and ended honorably his best ever World Cup finals so far.

Brasil 1950 O drama do Maracanazzo

O Brasil tinha certeza de que seria campeão do mundo. Ela estava nas ruas, nas casas, nos bares. Estava na mente de cada torcedor. Estava nos dirigentes, na comissão técnica, nos jogadores. Só não estava na garra de Obdulio Varela e nos chutes certeiros de Schiaffino e Ghiggia.

A confiança no título nascera quatro anos antes, quando foi definido que o Brasil seria a sede do Mundial. Para isso, os dirigentes resolveram erguer no Rio de Janeiro o estádio do Maracanã, o maior do mundo, palco perfeito para a conquista histórica.

E foi no Maracanã, no dia 25 de junho, que a seleção brasileira fez a sua estreia – o México não ofereceu resistência e foi derrotado por 4 a 0. No dia 28, o Brasil enfrentou a Suíça no Pacaembu, em São Paulo. Para agradar a torcida paulista, o técnico Flávio Costa trocou todo o meio-campo. A seleção jogou mal, empatou em 2 a 2 e saiu de campo vaiada.

O resultado deixou o Brasil em situação complicada no Grupo 1. Para avançar ao quadrangular final, a seleção precisaria vencer a Iugoslávia, que vinha de duas vitórias (3 a 0 na Suíça e 4 a 1 no México). O jogo aconteceu no Maracanã, no dia 1º de julho. Mais de 140 mil pessoas viram o Brasil ganhar por 2 a 0 e se classificar para a fase final.

As quatro equipes finalistas tiveram uma semana de descanso. O primeiro adversário do Brasil no quadrangular foi a Suécia, no Maracanã. Em tarde inspiradíssima de Ademir, autor de quatro gols, o Brasil goleou os suecos por 7 a 1.

Quatro dias depois, 150 mil pessoas foram ao Maracanã assistir ao duelo com a Espanha, que na primeira rodada do quadrangular havia empatado em 2 a 2 com o Uruguai. O Brasil começou arrasador e, após 31 minutos, já vencia por 3 a 0, com um gol de Ademir e dois de Chico.

No segundo tempo, mais massacre. Ademir e Zizinho (duas vezes) marcaram para o Brasil, enquanto Igoa descontou para a Espanha. O 6 a 1 foi completado pela enlouquecida torcida, que cantou em coro a marcha carnavalesca “Touradas em Madri”, de Alberto Ribeiro e Braguinha.

E o Brasil só não foi campeão por antecipação porque o Uruguai derrotou a Suécia por 3 a 2, de virada, com dois gols marcados nos últimos 15 minutos. Foi nesse clima de “já ganhou” que mais de 200 mil pessoas foram ao estádio do Maracanã na tarde de 16 de julho.

O Brasil precisava só do empate para ficar com o título e partiu com tudo para cima da seleção uruguaia. O primeiro tempo ficou no 0 a 0. No segundo, a certeza do título aumentou após o gol do brasileiro Friaça, aos 2min.

Entretanto, o que era para ser o começo da festa se transformou no princípio da tragédia. O Brasil partiu ainda mais para o ataque e deixou a defesa desguarnecida. Aos 21min, Ghiggia bateu Bigode na corrida e tocou para Schiaffino empatar a partida.

Animado com o gol, o Uruguai se lançou ao ataque e conseguiu o que parecia impossível: derrotar o Brasil. Aos 34min, Ghiggia superou novamente Bigode e entrou na área para chutar à esquerda de Barbosa. O goleiro do Vasco saltou, mas não conseguiu agarrar a bola, que morreu no fundo da rede.

O gol acabou com a empolgação da torcida brasileira, que viu o Uruguai segurar o jogo nos minutos restantes para ficar com o título de campeão mundial pela segunda vez. O episódio entrou para a história como “Maracanazo”, uma das maiores zebras de todos os tempos.

 

INGLÊS

Brazil had assured that it would be world champion. She was in the streets, in homes, in bars. Was in the mind of every fan. It was the leaders in the coaching staff, the players. Just not in the grip of Obdulio Varela and kicking strikes from Schiaffino and Ghiggia.

Confidence in the title was born four years before, when it was defined that Brazil would host the World Cup. To this end, the leaders decided to build in Rio de Janeiro’s Maracana stadium, the largest in the world, perfect stage for the historic achievement. It was in the Maracanã, on 25 June, the Brazilian team made its debut – Mexico offered no resistance and was defeated by 4 to 0. On day 28, Brazil faced Switzerland in Pacaembu, in São Paulo. To please the crowd Paulo, coach Flavio Costa changed the whole midfield. The selection played badly, tied at 2 to 2 and left the field booed.

The result left Brazil in a complicated situation in Group 1. To advance to the final square, the selection would need to win Yugoslavia, which had two wins (3 to 0 in Switzerland and 4 to 1 in Mexico). The game happened in the Maracanã, on July 1. More than 140 thousand people saw Brazil win by 2 to 0 to qualify for the finals. The four finalist teams had a week of rest. The first opponent of Brazil in the square was Sweden in the Maracanã. In the afternoon quite inspired by Ademir, author of four goals, Brazil crushed the Swedes by 7 to 1.

Four days later, 150 thousand people went to the Maracana to watch the duel with Spain in the first round of the square was tied at 2 to 2 with Uruguay. Brazil began slashing and after 31 minutes, already won by 3 to 0, with a goal and two Ademir Chico. The second time, more carnage. Ademir and Zizinho (twice) scored for Brazil, while Igoa cashed for Spain. The 6 to 1 was completed by crazed fans, who sang in the choir carnival march "Bullfights in Madrid" by Alberto Ribeiro and Braguinha.

And Brazil was not only champion in advance because the Uruguay defeated Sweden by 3 to 2 in turn, with two goals in the last 15 minutes. It was in this climate of "already won" more than 200 thousand people went to the Maracana stadium on the afternoon of July 16. Brazil needed only a tie to the keep the title and set everything up with the Uruguay national team. The first time was at 0 to 0. In the second, the increased certainty of title after the shot from Brazilian Friaça, for 2 minutes. However, what was to be the beginning of the feast became the principle of tragedy. The Brazil even went to the attack and left the defense unguarded. At 21min, Ghiggia Mustache hit the race and tapped Schiaffino tie the game.

Encouraged by the goal, Uruguay, launched the attack and did what seemed impossible: beating Brazil. At 34min, Ghiggia surpassed again Mustache and entered the area to kick to the left of Barbosa. Vasco goalkeeper jumped, but failed to grab the ball, who died in the back of the net. The goal ended the excitement of Brazilian fans who saw the Uruguay hold the game in minutes remaining to keep the title of world champion for the second time. The episode went down in history as "Maracanazo," one of the largest zebras of all time.

 

ESPANHOL

Brasil le había asegurado que sería campeón del mundo. Ella estaba en las calles, en los hogares, en los bares. Estaba en la mente de cada aficionado. Fueron los líderes en el equipo de entrenadores, los jugadores. Pero no en las garras de Obdulio Varela y patadas huelgas de Schiaffino y Ghiggia. Fiduciario en el título nació cuatro años antes, cuando se definió que Brasil acogerá la Copa del Mundo. Con este fin, los dirigentes decidieron construir en el estadio de Río de Janeiro, el Maracaná, el más grande del mundo, escenario perfecto para el logro histórico. Fue en el Maracanã, el 25 de junio, el equipo brasileño hizo su debut – México no ofreció resistencia y fue derrotado por 4 a 0. El día 28, Brasil se enfrentó a Suiza en el Pacaembu, en São Paulo. Para complacer a la multitud Paulo, el entrenador Flavio Costa cambiado el centro del campo entero. La selección jugó mal, empató en 2 a 2 y dejó el campo abucheado.

El resultado dejó a Brasil en una situación complicada en el Grupo 1. Para avanzar a la casilla final, la selección deberá ganar Yugoslavia, que había dos victorias (3 a 0 en Suiza y 4 a 1 en México). El juego que sucedió en el Maracaná, el 1 de julio. Más de 140 mil personas vieron a Brasil a ganar por 2 a 0 para clasificarse para las finales. Los cuatro equipos finalistas tuvieron una semana de descanso. El primer rival de Brasil en la plaza fue Suecia, en el Maracanã. Por la tarde muy inspirada por Ademir, autor de cuatro goles, Brasil aplastó a los suecos por 7 a 1. Cuatro días después, 150 mil personas acudieron a las Maracaná para ver el duelo con España en la primera ronda de la plaza estaba atada en 2 a 2 con el Uruguay. Brasil comenzó a recortar y después de 31 minutos, ya ganó por 3 a 0, con un gol y dos Ademir Chico.

En la segunda mitad, más matanza. Ademir y Zizinho (dos veces) anotaron para Brasil, mientras que Igoa cobrado para España. El 6 a 1 fue completado por los fans enloquecidos, que cantaba en el coro de marzo de carnaval "Las corridas de toros en Madrid, Alberto Ribeiro y Braguinha. Y el Brasil no fue campeón sólo con antelación porque el Uruguay venció a Suecia por 3 a 2, A su vez, con dos goles en los últimos 15 minutos. Fue en este clima de "ya ganó" más de 200 mil personas fueron al estadio de Maracaná, en la tarde del 16 de julio. Brasil sólo necesitaba un empate para el mantener el título y todo lo creado con el equipo nacional de Uruguay. La primera vez fue en el 0 a 0. En el segundo, la mayor seguridad de la titularidad después de la meta Friaça de Brasil, por 2min.

Sin embargo, lo que iba a ser el comienzo de la fiesta se convirtió en el comienzo de la tragedia. El Brasil llegó incluso a la izquierda del ataque y la defensa sin vigilancia. En 21min, bigote Ghiggia venció en la carrera y golpeó Schiaffino empatar el partido. Alentada por el gol, Uruguay, lanzaron el ataque e hizo lo que parecía imposible: derrotar a Brasil. En 34min, Ghiggia superado de nuevo bigote y entró en la zona para poner a la izquierda de Barbosa. El portero saltó Vasco, pero no pudo agarrar la pelota, que murió en el fondo de la red. El objetivo de composición de la emoción de los fans brasileños que vieron el Uruguay tienen el juego en los minutos restantes para mantener el título de campeón del mundo para el segundo tiempo. El episodio pasó a la historia como "Maracanazo", uno de los mayores cebras de todos los tiempos.

 

Suíça 1954 Outra grande injustiça 

 

A poderosa seleção húngara chegou à Suíça com fama e futebol suficientes para conquistar a Copa. Invicta desde junho de 1950, tinha o melhor elenco, no qual se destacavam Puskas, Kocsis e Czibor, além de um sistema tático moderno, que priorizava o toque de bola rápido.

A Hungria, porém, não contava com a obediência tática da Alemanha Ocidental, que inaugurou em 1954 o estilo pragmático de jogar futebol que a transformaria em uma das seleções mais vitoriosas de todos os tempos. Jogando com o “regulamento embaixo do braço”, preservou fisicamente seus jogadores e surpreendeu os favoritos na final.

A estreia da Alemanha foi contra a Turquia, no dia 17 de junho. Os turcos abriram o placar logo aos 2min, com um gol de Suat. Os alemães empataram aos 14min, por intermédio de Schafer. No segundo tempo, a Alemanha conseguiu a vitória por 4 a 1, com gols de Klodt, Walter e Morlock.

Prevendo a dificuldade de derrotar a Hungria no segundo jogo, o técnico Sepp Herberger poupou vários titulares. A Alemanha não viu a cor da bola e levou uma humilhante goleada de 8 a 3 – com quatro gols de Kocsis -, mas a estratégia se provaria correta dias mais tarde.

O resultado deixou os alemães empatados com os turcos na classificação do grupo. Por isso, os dois países tiveram de disputar um jogo extra para definir a vaga nas quartas-de-final. Com a equipe titular, a Alemanha goleou a Turquia outra vez, agora por 7 a 2.

Embalado, o time de Herberger passou bem pela forte Iugoslávia, em partida bastante equilibrada, vencida com gols de Hovart (contra) e Rahn. E, em tarde inspirada de Maximilian Morlock, autor de três gols, a Alemanha arrasou a Áustria por 6 a 1 na semifinal.

Quis o destino que alemães e húngaros se encontrassem novamente na decisão. Dessa vez, no entanto, Herberger havia preparado uma arapuca – colocou Fritz Walter para fazer marcação individual em Hidegkuti, principal organizador ofensivo do adversário, e orientou seus jogadores para avançarem em bloco nos contra-ataques.

Confiante, a seleção húngara começou melhor a partida e logo abriu 2 a 0 no placar, gols de Puskas (4min) e Czibor (6min). Temendo outra goleada, a Alemanha reagiu rápido e empatou com Morlock (10min) e Rahn (18min). O gramado pesado – choveu bastante no dia da partida – favoreceu o melhor preparo físico do time alemão, que conseguiu segurar a pressão húngara.

Faltando seis minutos para o fim do tempo regulamentar, aconteceu o que muitos consideravam impossível. Schafer roubou uma bola no meio-campo, escapou pela esquerda e cruzou. A defesa afastou mal, e a bola sobrou para Rahn. Ele ainda driblou Lantos antes de bater rasteiro no canto esquerdo para fazer 3 a 2.

Desesperada, a Hungria foi para cima atrás do empate e, por muito pouco, não conseguiu. Primeiro, o goleiro Turek defendeu um chute à queima-roupa de Czibor. Depois, Puskas conseguiu marcar, mas o árbitro anulou marcando impedimento. Pela segunda vez consecutiva, o favorito caía na final da Copa.

INGLÊS

The powerful Hungarian team arrived in Switzerland with fame and enough football to win the Cup. Invicta since June 1950, had the best squad, which stood Puskas, Sandor Kocsis and Zoltán, and a modern tactical system, which placed emphasis on ball control fast. Hungary, however, had no obedience tactics of West Germany , which opened in 1954, the pragmatic style of football that would turn it into one of the most successful teams of all time. Playing with the "Regulation under the arm," preserved his players physically and surprised the favorites in the final. The debut of Germany was against Turkey on June 17. The Turks opened the scoring after 2 minutes, with a goal by Suat. The Germans tied to 14min, through Schafer. In the second half, Germany got the win by 4 to 1, with goals from Klodt, Walter and Morlock

Predicting the difficulty of defeating Hungary in the second game, the coach Sepp Herberger rested several owners. Germany has not seen the color of the ball and took a humiliating rout from 8 to 3 – with four goals from Kocsis – but the strategy would prove correct days later. The result left the Germans tied with the Turks in the classification of the group. Therefore, the two countries had to play one extra game to set the place in the quarter-finals. With the starting lineup, Germany thrashed the turkey again, this time by 7 to 2.

Packed, Herberger’s team now and the strong Yugoslavia, starting in a close affair, won with goals from Hovart (against) and Rahn. And later inspired Maximilian Morlock, author of three goals, Germany beat off Austria by 6 to 1 in the semifinal. It was fate that Germans and Hungarians met again in the decision. This time, however, Herberger had prepared a trap – Fritz Walter placed to mark individual Hidegkuti, the principal organizer of the enemy offensive, and instructed his players to move collectively in counterattacks. Confident, the Hungarian team started the match better and then opened 2 to 0 in the score, goals from Puskas (4min) and Zoltán (6min). Fearing another rout, Germany reacted fast and drew with Morlock (10min) and Rahn (18min). The heavy pitch – it rained a lot the day of departure – favored the fittest of the German team, who managed to handle the pressure Hungarian.

Six minutes from the end of regulation time, did what many thought impossible. Schafer stole a ball in midfield, escaped down the left and crossed. The defense away evil, and the ball fell to Rahn. He also dribbled Lantos before hitting low shot in the left corner to make 3 to 2. In desperation, Hungary was up behind the tie, and very little, could not. First, Turek goalkeeper saved a shot point-blank to Czibor. Then, Puskas to score but the referee annulled scoring impediment. For the second consecutive time, the favorite fell Cup final.

 

ESPANHOL

El equipo húngaro poderoso llegó a Suiza con la fama y el fútbol suficiente para ganar la copa. Invicta desde junio de 1950, tenía el mejor equipo, que estaba Puskas, Sandor Kocsis y Zoltan, y un moderno sistema táctico, que hacía hincapié en el control del balón rápido. Hungría, sin embargo, no la obediencia táctica de Alemania Occidental, que se inauguró en 1954, el estilo pragmático del fútbol que lo convertiría en uno de los equipos más exitosos de todos los tiempos. Jugando con el "Reglamento de bajo el brazo," conservado sus jugadores física y sorprendió a los favoritos en la final. El debut de Alemania contra Turquía el 17 de junio. Los turcos abrieron el marcador a los 2 minutos, con un gol de Suat. Los alemanes vinculados a 14min, a través de Schafer. En la segunda mitad, Alemania se llevó la victoria por 4 a 1, con goles de Klodt, Walter y Morlock

La predicción de la dificultad de derrotar a Hungría en el segundo partido, el entrenador Sepp Herberger descansó varios propietarios. Alemania no ha visto el color de la bola y tuvo una derrota humillante 8 a 3 -, con cuatro goles de Kocsis – pero la estrategia podría resultar correcta días más tarde. El resultado dejó a los alemanes vinculados con los turcos en la clasificación del grupo. Por lo tanto, los dos países tenían que jugar un juego extra para definir el lugar en los cuartos de final. Con la alineación titular, Alemania aplastó el pavo de nuevo, esta vez por 7 a 2.

Bolsas, el equipo de Herberger ahora y la ex fuerte, a partir de una relación estrecha, ganó con goles de Hovart (en contra) y Rahn. Y más tarde inspiró Maximilian Morlock, autor de tres goles, Alemania venció fuera de Austria por 6 a 1 en la semifinal. Fue el destino que los alemanes y húngaros se reunieron de nuevo en la decisión. Esta vez, sin embargo, Herberger había preparado una trampa – Fritz-Walter-colocó a la marca Hidegkuti individuales, el principal organizador de la ofensiva del enemigo, y dio instrucciones a sus jugadores a avanzar en conjunto en contraataques. Confiado, el equipo húngaro comenzó el partido mejor y luego abrió 2 a 0 en el marcador, los goles de Puskas (4min) y Zoltán (6min). Ante el temor de otra derrota, Alemania reaccionó rápido y empató con Morlock (10min) y Rahn (18min). El tono pesado – llovió mucho el día de salida – a favor del más fuerte del equipo alemán, que logró manejar la presión húngara.

Seis minutos para el final del tiempo reglamentario, hizo lo que muchos creían imposible. Schafer se robó una pelota en el mediocampo, se escapó por la izquierda y cruzado. La defensa de distancia el mal, y la bola cayó a Rahn. También regateó Lantos antes de golpear tiro bajo en la esquina izquierda para hacer 3 a 2. En la desesperación, Hungría estaba detrás de la corbata, y muy poco, no pudo. En primer lugar, el portero Turek salvó un punto de tiro a quemarropa a Czibor. Entonces, Puskas para marcar, pero el árbitro anuló puntuación impedimento. Por segunda vez consecutiva, el favorito de final de la Copa cayó.

Suécia 1958 O fim de uma ‘escrita’

 

Após “calar” o Maracanã em 1950 e decepcionar na Copa seguinte, o Brasil chegou à Suécia com um elenco promissor, que mesclava craques experientes e jovens talentos. Nesse último grupo estava Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos, então com 17 anos, e Garrincha, o “gênio das pernas tortas”.

No gol, o time tinha a segurança de Gilmar dos Santos Neves. A defesa contava com os craques Djalma Santos e Nílton Santos, enquanto no meio-campo a categoria ficava com Didi. Mesmo assim, a seleção brasileira teve dificuldades para chegar até a semifinal.

A equipe estreou contra a Áustria, conhecida pela solidez de sua defesa. Depois de um início equilibrado, o Brasil venceu bem por 3 a 0, gols de Mazzola (2) e Nilton Santos. Na rodada seguinte, o duelo foi contra a Inglaterra e, apesar de jogar melhor do que na primeira partida, a equipe brasileira não passou de um 0 a 0 – o primeiro na história das Copas.

Para o terceiro jogo, contra a União Soviética, o técnico Vicente Feola fez duas alterações. Recuperado de contusão, Pelé entrou no lugar de Mazzola. A outra substituição – entrada de Garrincha na vaga de Joel – só foi decidida na véspera do jogo, em um treino secreto.

Como o doutor Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação, foi consultar a opinião dos atletas mais experientes como Bellini, Nílton Santos e Didi, surgiu a lenda de que eles teriam liderado uma “rebelião” para obrigar Feola a escalar os dois jovens craques.

As mudanças deram certo. O Brasil deu um baile nos soviéticos e venceu “só” por 2 a 0, com dois gols de Vavá. Garrincha jogou tanto que esgotou os adjetivos da imprensa internacional – “assombro”, “mercurial”, entre outros. Classificado para as quartas de final, o time tinha encontrado sua formação ideal.

A retranca de País de Gales quase conseguiu segurar o ataque brasileiro, mas uma jogada genial de Pelé dentro da área garantiu a vitória por 1 a 0 e a vaga na semifinal. A partir daí, o que se viu foi um verdadeiro show de gols e jogadas de efeito que encantaram o mundo.

A França tinha uma das melhores equipes e o artilheiro da Copa, Just Fontaine. Mesmo assim, só conseguiu oferecer resistência nos primeiros minutos. Vavá fez 1 a 0, mas Fontaine empatou em seguida. Antes do intervalo, Didi recolocou o Brasil em vantagem. Na segunda etapa, Pelé desencantou, fez três gols e definiu a vitória (5 a 2).

Na final contra a Suécia, dona da casa, com Vavá e Pelé inspirados, os brasileiros aplicaram uma goleada de 5 a 2. Até os torcedores suecos se renderam ao talento da seleção e aplaudiram de pé os campeões mundiais. Na cerimônia de encerramento, o capitão Bellini, a pedido da legião de fotógrafos que tentava registrar o momento, levantou o troféu para o alto, gesto que passou a ser repetido por todos os campeões.

 

INGLÊS

After "silence" the Maracana in 1950, following disappointing World Cup, Brazil arrived in Sweden with a promising cast, which merged aces experienced and young talent. In the latter group was Pele, the greatest footballer of all time, then 17, and Garrincha, the "genius of leggy." In goal, the team had security Gilmar dos Santos Neves. The defense had the stars and Djalma Santos Nílton Santos, while in midfield was the category with Didi. Still, the Brazilian struggled to reach the semifinals. The team debut against Austria, known for the strength of their defense. Starting from a balanced, and Brazil won by 3 to 0, goals by Mazzola (2) and Nilton Santos. In the next round, the game was against England, despite playing better than the first match, the Brazilian team did not go for a 0 to 0 – the first in the tournament.

For the third game, against the Soviet Union, coach Vicente Feola made two changes. Recovered from injury, Pele came on for Mazzola. The other place – entry in the wave of Garrincha Joel – was only decided on the eve of the game, in a secret training. As Dr. Paulo Machado de Carvalho, head of the delegation, was to consult the views of more experienced athletes such as Bellini, Nílton Santos and Didi, arose the legend that they had led a "rebellion" to force Feola to climb the two talented players. The changes worked. Brazil has a ball on the Soviets and won "only" by 2 to 0, with two goals by Vava. Garrincha played so much exhausted the adjectives of the international press – "wonder", "mercurial", among others. Listings for the quarterfinals, the team had found its ideal formation.

The boom of Wales almost managed to hold the Brazilian attack, but a brilliant move by Pelé in the area secured the win by 1 to 0 and place in the semifinal. From there, what we saw was a real show of goals and plays of effect that enchanted the world. France had one of the best teams and the top scorer of the tournament, Just Fontaine. Even so, only managed to resist the first few minutes. Vava was 1 to 0, but then drew Fontaine. Before the break, Didi made Brazil the lead. In the second stage, Pele disenchanted, made three goals and set victory (5 to 2). In the final against Sweden, owner of the house, inspired Vava and Pele, the Brazilian applied a rout of 5 to 2. Even the Swedish fans surrendered to the talent of the team a standing ovation and the world champions. At the closing ceremony, Captain Bellini, at the request of the legion of photographers trying to record the moment, lifted the trophy in the air, a gesture that has to be repeated by all the champions.

 

ESPANHOL

Después de silencio e calar del Maracaná, en 1950, tras la decepcionante Copa del Mundo, Brasil llegó a Suecia con un reparto prometedor, que se fusionó ases con experiencia y jóvenes talentos. En este último grupo fue Pelé, el más grande futbolista de todos los tiempos, luego 17, y Garrincha, el "genio de piernas largas." En la portería, el equipo tenía la seguridad Gilmar dos Santos Neves. La defensa había las estrellas y Djalma Santos Nílton Santos, mientras que en el centro del campo fue la categoría con Didi. Sin embargo, el brasileño luchado para llegar a las semifinales. El debut del equipo en contra de Austria, conocido por la fuerza de su defensa. A partir de un enfoque equilibrado, y Brasil ganó por 3 a 0, goles de Mazzola (2) y Nilton Santos. En la próxima ronda, el juego fue contra Inglaterra, a pesar de jugar mejor que el primer partido, el equipo brasileño no iba para un 0 a 0 – el primero en el torneo.

Para el tercer partido, contra la Unión Soviética, el entrenador Vicente Feola hizo dos cambios. Recuperado de una lesión, Pelé llegó en la Mazzola. El otro lugar – la entrada en la ola de Garrincha Joel – sólo se decidió en la víspera de la partida, en un entrenamiento secreto. Como el Dr. Paulo Machado de Carvalho, jefe de la delegación, fue a consultar la opinión de los atletas más experimentados, como Bellini, Nílton Santos y Didi, origen de la leyenda que había encabezado una "rebelión" a la fuerza Feola para subir los dos talentosos jugadores. Los cambios de trabajo. Brasil tiene una bola en la Unión Soviética y ganó "sólo" por 2 a 0, con dos goles de Vavá. Garrincha jugó tan agotado los adjetivos de la prensa internacional – "maravilla", "mercurial", entre otros. Los listados de los cuartos de final, el equipo había encontrado su formación ideal.

El auge de Gales, casi logró mantener el ataque de Brasil, pero una brillante jugada de Pelé en el área segura la victoria por 1 a 0 y el lugar en la semifinal. Desde allí, lo que vimos fue un verdadero espectáculo de goles y jugadas de efecto que encantó al mundo. Francia tiene uno de los mejores equipos y el máximo goleador del torneo, Just Fontaine. Aun así, sólo logró resistir los primeros minutos. Vavá fue de 1 a 0, pero luego señaló Fontaine. Antes del descanso, Didi hizo de Brasil a la cabeza. En la segunda etapa, Pelé desencantados, hizo tres goles y establecer la victoria (5 a 2). En la final contra Suecia, el propietario de la casa, inspirado Vavá y Pelé, el Brasil aplicó una derrota de 5 a 2. Incluso los fans de Suecia se rindió al talento del equipo de una gran ovación y los campeones del mundo. En la ceremonia de clausura, el capitán Bellini, a petición de la legión de fotógrafos tratando de grabar el momento, levantó el trofeo en el aire, un gesto que tiene que ser repetido por todos los campeones.

Chile 1962 Sem Pelé, brilha o ‘Mané’ 

Com a contusão de Pelé no segundo jogo da primeira fase, o Brasil dependeu de outro craque para levantar pela segunda vez o troféu de campeão mundial: Mané Garrincha. Com dribles desconcertantes, irreverência, cruzamentos precisos e chutes poderosos, o “gênio das pernas tortas” encantou os chilenos e foi considerado o melhor jogador do torneio.

Apesar de contar com uma verdadeira legião de craques, a seleção brasileira não fugiu à regra da primeira fase da Copa: o equilíbrio – nenhuma equipe conseguiu obter 100% de aproveitamento. Ainda com Pelé em campo, o Brasil estreou com uma vitória magra (2 a 0) sobre a modesta equipe do México.

Em seguida, empatou sem gols com a Tchecoslováquia no jogo em que perdeu seu principal jogador – aos 28min do primeiro tempo, Pelé arriscou um chute de fora da área, deu um grito e foi ao chão. Um estiramento o tirou do resto da competição. O trono estava vago.

A terceira partida foi uma das mais nervosas e difíceis para os campeões. Precisando ao menos de um empate para seguir na Copa, a seleção brasileira saiu atrás da Espanha e só alcançou a virada graças a duas “mãozinhas” do árbitro chileno Sergio Bustamante.

Primeiro, ele não marcou pênalti claro de Nílton Santos em Collar – esperto, o lateral deu um passo para fora da área após cometer a falta e enganou o juiz. Na sequência do lance, Peiró acertou uma bela bicicleta. Mas Bustamante anulou o que seria o segundo gol espanhol marcando jogo perigoso.

Depois de muito tentar, o Brasil chegou ao empate aos 27min. Zagallo fez jogada de linha de fundo e cruzou para Amarildo completar. O resultado eliminava a Espanha, que se mandou para o ataque. Aproveitando os espaços que surgiram, Garrincha finalmente começou a brilhar. Ele passou por três marcadores e cruzou para Amarildo decretar a vitória por 2 a 1.

O show de Garrincha continuou nas quartas de final, diante dos ingleses. Ele fez dois gols – o primeiro deles de cabeça, algo raro na carreira do ponta – e iniciou a jogada do outro, marcado por Vavá. A dupla funcionou de novo diante do anfitrião Chile na semifinal – dois de Garrincha, dois de Vavá e goleada por 4 a 2.

Quando o lugar na final já estava assegurado, Garrincha perdeu a cabeça. Deu um chute no lateral Eladio Rojas, que estava caído, e foi expulso. Teoricamente, ele teria que cumprir suspensão automática e estaria fora da final. Mas o árbitro peruano Arturo Yamazaki não relatou o episódio na súmula, o bandeira uruguaio Esteban Marino “sumiu”, e Garrincha foi absolvido por falta de provas.

Com o Mané no time, o Brasil enfrentou a Tchecoslováquia, única equipe que não havia vencido na Copa, na decisão. Masopust inaugurou o placar para os tchecos aos 15min do primeiro tempo. Os brasileiros empataram dois minutos depois, com Amarildo. No segundo tempo, Zito e Vavá viraram o jogo e o país no terceiro bicampeão mundial de futebol da história.

INGLÊS

With the injury of Pele in the second game of the first stage, Brazil depended on to raise another ace for the second time World Champion: Mané Garrincha. With disconcerting dribble, irreverence, accurate crosses and powerful kicks, "Genius of leggy" charmed the Chilean and was named player of the tournament. Despite its legion of aces, the Brazilian team was no exception of the first stage of the Cup: the balance – no team has achieved 100% success rate. Even with Pele in the field, Brazil has opened to a narrow victory (2 to 0) on the small team of Mexico. Then goalless draw with Czechoslovakia in the game that lost its top player – the first 28min of time, Pele risked a shot from outside the area, gave a cry and fell. A stretch him out the rest of the competition. The throne was vacant.

The third game was one of the more nervous and difficult for the champions. Needing at least a draw to follow the World Cup, the Brazilian left behind Spain and only reached the turn thanks to two "little hands" of the Chilean referee Sergio Bustamante. First, he scored a clear penalty in Nílton Santos Collar – smart, the side stepped out of the area after the misconduct and misled the judge. Following the bid, Peiró hit a beautiful bike. But Bustamante set aside what would be the second Spanish goal scoring dangerous game. After much trying, Brazil drew level for 27min. Zagallo did move to end line and crossed for Amarildo complete. The result eliminated Spain, which is sent to the attack. Taking advantage of the spaces that have emerged, Garrincha finally began to shine. He went through three markers and crossed for Amarildo declare victory by 2 to 1. Garrincha The show continued in the quarter finals, before the British. He scored two goals – the first of the head, something rare in the career of art – and started the move the other, marked by Vava. The pair worked on the new host Chile in the semifinals – two of Garrincha, Vava and two of demolition by 4 to 2.

When the final place was already assured, Garrincha lost his head. Kicked in the side Eladio Rojas, who was lying, and was expelled. Theoretically, it would have to fulfill automatic suspension and would be out of the final. But the Peruvian referee Arturo Yamazaki did not report the incident on the scoresheet, the Uruguayan flag Esteban Marino "disappeared" and Garrincha was acquitted for lack of evidence. Mané In no time, Brazil faced Czechoslovakia, the only team that had won the Cup in the decision. Masopust opened the scoring for the Czechs at 15min the first time. The Brazilians equalized two minutes later with Amarildo. In the second half, Zito and Vava turned the game and the country in third world champion of football history.

 

ESPANHOL

Con la lesión de Pelé en el segundo partido de la primera etapa, Brasil dependía de plantear otro as por segunda vez Campeón del Mundo: Mané Garrincha. Con desconcertante regate, irreverencia, precisa cruces y retrocesos de gran alcance, "El genio de piernas largas" encantado de Chile y fue nombrado mejor jugador del torneo. A pesar de su legión de ases, el equipo brasileño no fue la excepción de la primera fase de la Copa: el equilibrio – que ningún equipo ha logrado un 100% de éxito. Incluso con Pelé en el campo, Brasil ha abierto a una estrecha victoria (2 a 0) en el pequeño equipo de México. Luego del empate sin goles con Checoslovaquia en el partido que perdió su principal jugador – la primera 28min de tiempo, Pelé corría el riesgo de un disparo desde fuera del área, dio un grito y se cayó. Un tramo de él el resto de la competencia. El trono estaba vacante.

El tercer juego fue uno de los más nervioso y difícil para los campeones. Necesitan al menos un empate para seguir el Mundial, la izquierda brasileña por detrás de España y sólo llegó a la vez, gracias a dos "manitas" del árbitro chileno Sergio Bustamante. En primer lugar, marcó un penal claro en Nilton Santos Collar – Smart, la parte salió de la zona después de la falta y engañó al juez. A raíz de la oferta, Peiró éxito una moto hermosa. Pero Bustamante se anule lo que sería el segundo gol español puntuación juego peligroso. Después de mucho intentar, Brasil llegó a la altura de 27min. Zagallo se movió a fin y cruzó la línea de Amarildo completa. El resultado eliminado España, que se envía al ataque. Aprovechando los espacios que han surgido, Garrincha, finalmente comenzó a brillar. Fue a través de tres marcadores y cruzó Amarildo para declarar la victoria por 2 a 1. Garrincha El show continuó en los cuartos de final, antes de que los británicos. Se anotó dos goles – el primero de la cabeza, algo raro en la carrera de arte – y se movilizó de la otra, marcada por Vavá. La pareja trabajó en el nuevo host Chile en las semifinales – dos de Garrincha, Vavá y dos de demolición por 4 a 2.

Cuando el lugar final ya estaba asegurada, Garrincha perdido la cabeza. Patadas en el costado Eladio Rojas, que estaba acostado, y fue expulsado. En teoría, tendría que cumplir la suspensión automática y estaría fuera de la final. Sin embargo, el árbitro peruano Arturo Yamasaki no reportó el incidente en el acta, el pabellón uruguayo Esteban Marino "desaparecidos" y Garrincha fue absuelto por falta de pruebas. Mané, en ningún momento, Brasil se enfrentó a Checoslovaquia, el único equipo que había ganado la Copa en la decisión. Masopust abrió el marcador para los checos en 15 minutos la primera vez. Los brasileños empató dos minutos más tarde con Amarildo. En la segunda mitad, Zito y Vavá cambió el partido y el país en el campeón del mundo, tercero de la historia del fútbol.

 

Inglaterra 1966 Suspeita mancha título inglês

Em 1966, a Inglaterra já havia perdido grande parte do prestígio por ter sido a “inventora” do futebol. Também não era um celeiro de craques como Brasil e Argentina. Mas possuía uma boa seleção: um goleiro seguro (Gordon Banks), um zagueiro de classe (Bobby Moore), um meia de qualidade (Bobby Charlton) e um atacante bastante oportunista (Geoffrey Hurst).

Graças ao apoio da torcida e à “simpatia” das arbitagens, entrou na Copa como uma das favoritas ao título. Mesmo assim, o time patinou na primeira fase. A estreia aconteceu no dia 11 de julho, em Wembley, contra o Uruguai. Mais de 87 mil pessoas viram um jogo truncado, que acabou sem gols.

O English Team continuou apresentando um futebol pragmático, previsível e com pouca inspiração nas duas partidas seguintes. Sem convencer, obteve duas vitórias por 2 a 0, sobre México e França, garantindo a classificação em primeiro lugar no grupo 1.

Os árbitros começaram a beneficiar os anfitriões a partir das quartas de final. Em um duelo conturbado com a Argentina, a Inglaterra abusou do jogo violento contra os habilidosos sul-americanos. Irritado, Rattin tentou reclamar com o árbitro alemão Rudolf Kreitlein, que não entendeu nada e ainda expulsou o argentino. Com um jogador a mais, os ingleses alcançaram a vitória por 1 a 0, graças a gol de Hurst no segundo tempo.

Sensação da Copa, Portugal, que havia eliminado o bicampeão Brasil na primeira fase, foi o adversário da semifinal. Bem marcado, o craque Eusébio não mostrou o mesmo brilho de partidas anteriores e, apesar do gol de pênalti nos minutos finais, não conseguiu evitar a derrota por 2 a 1 – os dois gols ingleses foram de Bobby Charlton.

Ambas adeptas do “futebol força”, que começava a sobrepujar a técnica, Inglaterra e Alemanha Ocidental fizeram uma final emocionante. No primeiro tempo, Haller colocou os alemães em vantagem, mas Hurst empatou pouco depois. No segundo tempo, Peters deu a vantagem aos ingleses aos 33min. Quando 95 mil pessoas já comemoravam, Weber empatou, no último minuto.

Aos 11min da prorrogação, aconteceu um dos lances mais polêmicos da história dos Mundiais: o atacante inglês Hurst dominou uma bola levantada na área e chutou. A bola bateu no travessão, caiu sobre a linha e voltou. Para desespero dos alemães, o árbitro suíço Gottfried Dienst confirmou o gol inexistente.

No último minuto de jogo, Hurst partiu no contra-ataque e, mesmo com a invasão de três torcedores, marcou o quarto gol inglês, fechando o placar em 4 a 2. Mesmo percebendo a irregularidade, o árbitro nada marcou e validou a jogada, manchando ainda mais a conquista dos donos da casa.

INGLÊS

 

In 1966, England had lost much of the reputation for being the "inventor" of football. Nor was a breeding ground for superstars such as Brazil and Argentina. But had a good selection: a safe keeper (Gordon Banks), a class defender (Bobby Moore), half the quality (Bobby Charlton) and a very opportunistic attacker (Geoffrey Hurst). With the support of the fans and the "sympathy "the arbitagens, entered the finals as one of the favorites. Still, the team skated in the first phase. The premiere took place on July 11 at Wembley against Uruguay. More than 87 thousand people saw a truncated game, which ended goalless. Team O Português continued to present a football pragmatic, predictable and with a little inspiration in the following two matches. Unconvincingly, won twice by 2 to 0, on Mexico and France, ensuring that classification in first place in Group 1.

 

The referees began to benefit from the hosts to the quarterfinals. In a duel with troubled Argentina, England abused violent game against the skillful South American. Angry, Rattin tried to complain to the German referee Rudolf Kreitlein, who did not understand anything and yet expelled the Argentine. With one more player, the British achieved victory by 1 to 0, thanks to Geoff Hurst’s goal in the second half. Feeling Cup, Portugal, that knocked out the champion Brazil in the first phase, the semi-final opponent. Well marked, the soccer star Eusebio did not show the same brightness of previous matches and, despite a penalty goal in the final minutes, failed to avoid defeat by 2 to 1 – the British were two goals from Bobby Charlton.

 

Both adherents of "football power", which was beginning to overcome the technical, England and West Germany made a thrilling final. The first time, Haller put the Germans ahead, but Hurst equalized shortly afterwards. In the second half, Peters gave the advantage to the English to 33min. When 95 thousand people have celebrated, Weber drew at the last minute. At 11min of the extension, in one of the most controversial moves in the history of the World: England striker Hurst ruled a ball lifted in the area and kicked. The ball hit the crossbar, fell on the line and back. To the consternation of the Germans, the Swiss referee Gottfried Dienst confirmed the goal does not exist. At the last minute of play, Hurst went on the counterattack and, even with the invasion of three fans, scored the fourth English, closing the score at 4-2 . Even noticing the irregularity, the referee scored nothing and validated the move, further tarnishing the conquest of the owners of the house.

 

 

ESPANHOL

En 1966, Inglaterra había perdido gran parte de la reputación de ser el "inventor" de fútbol. Tampoco fue un caldo de cultivo para superestrellas como Brasil y Argentina. Pero había una buena selección: un encargado de seguridad (Gordon Banks), un defensor de la clase (Bobby Moore), la mitad de la calidad (Bobby Charlton) y un atacante muy oportunista (Geoffrey Hurst). Con el apoyo de los aficionados y la "simpatía" de la arbitagens, entró en la fase final como uno de los favoritos. Sin embargo, el equipo de patinó en la primera fase. El estreno tuvo lugar el 11 de julio en Wembley contra Uruguay. Más de 87 mil personas vieron un juego truncado, que terminó sin goles. Equipo o português seguía siendo un fútbol pragmático, previsible y con un poco de inspiración en los siguientes dos partidos. Poco convincente, ganó dos veces por 2 a 0, en México y Francia, asegurando que la clasificación en el primer lugar en el Grupo 1.

 

Los árbitros comenzaron a beneficiarse de los anfitriones a los cuartos de final. En un duelo con Argentina en problemas, Inglaterra abusado juego violento en contra de la habilidad de América del Sur. Enojado, Rattín trató de quejarse al árbitro alemán Rudolf Kreitlein, quien no entendía nada y sin embargo, expulsó a los argentinos. Con un jugador más, la victoria lograda por los ingleses 1 a 0, gracias a un gol de Geoff Hurst en la segunda mitad. Sensación de la Copa, Portugal, que dejaron sin el campeón de Brasil en la primera fase, la semi-rival en la final. Bien marcado, la estrella del fútbol Eusebio no muestran el mismo brillo de partidos anteriores y, a pesar de un gol de penal en los minutos finales, no pudo evitar la derrota por 2 a 1 – que los británicos fueron los dos goles de Bobby Charlton.

 

Tanto los partidarios del "poder del fútbol", que comenzaba a superar los problemas técnicos, Inglaterra y Alemania Occidental hizo una emocionante final. La primera vez, Haller poner a los alemanes por delante, pero Hurst empató poco después. En la segunda mitad, Peters dio la ventaja a la Inglés a 33min. Cuando 95 mil personas han celebrado, Weber señaló en el último minuto. A 11min de la prórroga, en uno de los movimientos más controvertidos en la historia del mundo: el delantero inglés Hurst descartó una bola levantada en el área y patadas. La pelota pegó en el travesaño, cayó en la línea y la espalda. Para la consternación de los alemanes, el árbitro suizo Gottfried Dienst confirmó el objetivo no existe. En el último minuto de juego, Hurst salió al contraataque y, aún con la invasión de tres ventiladores, anotó el cuarto Inglés, cerrando el marcador en 4-2. Ni siquiera darse cuenta de la irregularidad, el árbitro marcó nada y validado el movimiento, más empañar la conquista de los dueños de la casa.

 

 

México 1970 A magia do tri brasileiro

A marchinha “a taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa…” poucas vezes fez tanto sentido como em 1970. A equipe não era perfeita, mas parecia. Não só pelos belíssimos gols marcados no torneio (e foram 19 em seis jogos), mas também pelas vitórias elásticas, principalmente nos jogos finais do campeonato no México.

A seleção brasileira era uma verdadeira máquina. Contava com craques como Rivellino, Tostão, Gérson, Clodoaldo, Carlos Alberto e Jairzinho, além do maior de todos: Pelé. Já nas eliminatórias, o time dava mostras de sua genialidade – ganhou todos os seis jogos, marcando 23 gols e sofrendo apenas dois.

Nem mesmo a troca de técnico (por pressão da ditadura militar, João Saldanha foi substituído por Zagallo depois que a equipe obteve a classificação) atrapalhou o bom momento da seleção, que continuou arrasadora na primeira fase da Copa do Mundo: vitórias sobre Tchecoslováquia (4 a 1), Inglaterra (1 a 0) e Romênia (3 a 2).

O duelo contra os ingleses, então atuais campeões mundiais, foi um dos momentos mais marcantes do torneio. O jogo estava 0 a 0 e muito equilibrado quando Pelé acertou uma cabeçada letal no canto direito. Quando os brasileiros já comemoravam, o goleiro Gordon Banks fez aquela que ficou conhecida como a “maior defesa de todos os tempos”.

O massacre brasileiro continuou na fase de “mata-mata”. Nas quartas de final, os peruanos – comandados pelo brasileiro Didi – foram as vítimas, goleados por 4 a 2.

Na semifinal, o Brasil bateu o Uruguai por 3 a 1 e vingou a derrota na final de 1950. Mas o jogo ficou conhecido pelo gol que Pelé não marcou. Sem tocar na bola, ele deu um drible de corpo no goleiro Mazurkiewicz e tocou para o gol vazio. Caprichosamente, a bola passou a poucos centímetros da trave direita.

A final contra a Itália, que valia a posse definitiva da taça Jules Rimet, teve dois tempos distintos. O primeiro terminou empatado, com Pelé abrindo o placar de cabeça e Boninsegna empatando para os italianos. No segundo, porém, o Brasil sobrou em campo e, com gols de Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto, selou a goleada por 4 a 1.

Pela primeira vez na história, o Brasil foi campeão vencendo todos os seus jogos – foram seis vitórias em seis jogos, 19 gols a favor e sete contra -, uma campanha irretocável que culminou com a conquista do tri.

INGLÊS

The marching "to the world cup is ours, with Singapore no one can …" seldom made as much sense as in 1970. The team was not perfect, but it seemed. Not only the fabulous goals in the tournament (and were 19 in six games), but also the victories elastic, especially in the final games of the championship in Mexico. The Brazilian team was a real machine. It had aces as Rivelino, Tostao, Gerson, Clodoaldo, Jairzinho and Carlos Alberto, and the greatest of all: Pele already in the playoffs, the team was showing signs of his genius – he won all six games, scoring 23 goals and conceding only two . Not even a change of coach (under pressure from the military dictatorship, Joao Saldanha was replaced by Zagallo after the team was ranked) disrupted the proper time of selection, which continued sweeping the first round of the World Cup: victory over Czechoslovakia ( 4-1), England (1 to 0) and Romania (3 to 2).

The duel against the English, then world champions, was one of the most important moments of the tournament. The game estava 0 to 0 and very balanced when it hit a Pele header at the far right lethal. When the Brazilians celebrated, goalkeeper Gordon Banks was the one that became known as the "greatest defense of all time." The massacre continued in the Brazilian phase of "knockout". In the quarter finals, Peruvians – led by Brazilian Didi – were victims goleados by 4 to 2. In the semifinal, Brazil beat Uruguay by 3 to 1 and avenged the defeat in the 1950 final. But the game was known for scoring the goal that Pelé did not scored. Without touching the ball, he took a dribble in the body of goalkeeper Mazurkiewicz and played for the empty net. Capriciously, the ball came within inches of the right post.

The final against Italy, who added final possession of the Jules Rimet trophy, had two different times. The first is tied with Pele opened the scoring head and Boninsegna tied to the Italians. In the second, however, Brazil’s left in the field and with goals from Gerson, Jairzinho and Carlos Alberto, sealed the rout by 4 to 1. For the first time in history, Brazil was champion winning all their games – six have been won six games, 19 goals for and seven against – a flawless campaign that culminated in the conquest of the tri.

ESPANHOL

La marcha "para la Copa del Mundo es la nuestra, con Singapur, nadie puede …" rara vez se hizo tanto sentido como en 1970. El equipo no era perfecto, pero lo que parecía. No sólo los objetivos fabulosa en el torneo (y fueron 19 en seis juegos), pero también las victorias elástica, especialmente en los juegos finales del campeonato en México. El equipo brasileño fue una máquina real. Había ases como Rivelino, Tostao, Gerson, Clodoaldo, Jairzinho y Carlos Alberto, y la mayor de todas: Pelé ya en los playoffs, el equipo daba muestras de su genio – ganó los seis partidos, anotando 23 goles a favor y sólo dos. Ni siquiera un cambio de entrenador (bajo la presión de la dictadura militar, Joao Saldanha fue sustituido por Zagallo después se clasificó el equipo) interrumpe el momento adecuado de selección, que siguió barriendo la primera ronda de la Copa del Mundo: la victoria sobre Checoslovaquia (4 — 1), Inglaterra (1 a 0) y Rumania (3 a 2).

El duelo contra el Inglés, entonces campeones del mundo, fue uno de los momentos más importantes del torneo. El estava juego 0 a 0 y muy equilibrado cuando se estrelló un cabezazo de Pelé en el extremo derecho letal. Cuando los brasileños celebró, el portero Gordon Banks fue el que se conoce como la defensa de la más grande "de todos los tiempos." La masacre continuó en la fase brasileña de "knock-out". En los cuartos de final, los peruanos – dirigido por el brasileño Didi – fueron víctimas goleados por 4 a 2. En la semifinal, Brasil derrotó a Uruguay por 3 a 1 y se vengó de la derrota en la final de 1950. Pero el juego era conocido por marcar el gol que Pelé no anotó. Sin tocar el balón, dio un bote en el cuerpo del arquero Mazurkiewicz y jugó en la portería vacía. Caprichosamente, el balón llegó a centímetros del poste derecho.

La final contra Italia, que añadió la posesión definitiva del trofeo Jules Rimet, tuvo dos momentos diferentes. El primero está empatado con Pelé abrió la cabeza de puntuación y Boninsegna vinculados a los italianos. En el segundo, sin embargo, Brasil queda en el campo y con goles de Gerson, Jairzinho y Carlos Alberto, selló la derrota en un 4 a 1. Por primera vez en la historia, Brasil fue campeón ganando todos sus juegos – seis han ganado seis partidos, 19 goles a favor y siete en contra – una campaña impecable que culminó con la conquista de la TRI.

 

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